M'Boi Mirim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estrada do M’Boi Mirim, 7.100 – Jardim Ângela
Inaugurado em 12/08/2012
Subprefeitura de M’Boi Mirim
Área: 190.000 m²
Funcionamento: 6h às 18h (até 19h durante horário de verão)

 

INFRAESTRUTURA
Sede, guarita, Projeto Sala Verde pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), acesso para cadeirante, banheiro acessível, trilhas de caminhada e corrida com declividade de nível médio de dificuldade, área de bosque e ponte de madeira para contemplação da natureza. Possui parquinho infantil, bancos e mesas de cimento para piquenique, área exclusiva para piquenique com bancos e mesas feitos com troncos de madeira. Estão previstos equipamento de ginástica para terceira Idade.

Acessibilidade nas entradas do parque e nas áreas de circulação, que apresentam três níveis de acessibilidade. O primeiro nível engloba a entrada do parque e todas as edificações existentes, com pavimentação de blocos intertravados de concreto e acesso universal. O segundo nível, que também possui acessibilidade universal, compreende a trilha ao redor do lago e os estares ao longo dela, que será de terra batida na parte paralela ao lago e de madeira na parte sobre o brejo. O terceiro e último nível compreende as trilhas naturais já existentes na área, que possuem alguns pontos de declividade bastante acentuada e piso irregular, não possuindo acessibilidade universal. São indicadas para caminhadas de maior grau de dificuldade.
Possui a “trilha do lago” com as estações: administração, jardim suspenso, mandala de ervas, minhocário, viveiro, composteira, lago e playground. Pode ser agendada por telefone em horários entre 13h e 17h, de segunda a sexta.

PARTICULARIDADES

Localizado em área de preservação de mananciais, sua a vegetação é composta por eucaliptal com sub-bosque, remanescente de Mata Atlântica em estágio inicial de sucessão, campo antrópico, brejo e vegetação aquática. Destaques da FLORA: areca-bambu (Dypsis lutescens), aroeira-mansa (Schinus terebinthifolia), caá-açu (Bathysa australis), crindiúva (Trema micrantha), cumaté (Myrcia splendens), embaúba-branca (Cecropia pachystachya), eucalipto (Eucalyptus sp.), jaqueira (Artocarpus heterophyllus), jerivá (Syagrus romanzoffiana), pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha), samambaiaçu-com-espinho (Cyathea atrovirens), sibipiruna (Poincianella pluviosa var. peltophoroides), tapiá-guaçu (Alchornea sidifolia) e tucum (Bactris setosa). Já foram registradas 47 espécies vasculares. Inventário de flora 2018.

Foram observadas 90 espécies de FAUNA, a maioria aves, incluindo aquáticas como garças, socozinho e ananaí. Áreas de brejo e riacho com mata ciliar fornecem condições adequadas para a subsistência de saracura-sanã e joão-porca. Também foram observadas: juriti-gemedeira, papagaio, alma-de-gato, beija-flor besourinho-de-bico-vermelho, guaracava-de-bico-curto, saíra-viúva, pula-pula, mariquita e diferentes espécies de sabiás e pica-paus, incluindo espécies endêmicas da Mata Atlântica. O imponente gavião-pega-macaco, rapinante florestal que se encontra ameaçado de extinção, foi visto “patrulhando” o espaço aéreo do parque. Este rapineiro necessita de grandes áreas florestadas para sua manutenção e, portanto, seu registro nos lembra de que estamos em uma região importante a ser preservada. Em adição, foram detectados lagarto-teiú, rãzinha-piadeira, gambá-de-orelha-preta e caxinguelê.

O BAIRRO
A região do Butantã era rota de passagem de bandeirantes e jesuítas que se dirigiam ao interior do país. Foi na região do Butantã que Afonso Sardinha montou o primeiro trapiche de açúcar da vila de São Paulo, em sesmaria obtida em 1607. Os nomes originais da antiga sesmaria variavam: Ybytatá, Uvatantan, Ubitatá, Butantan, até a designação atual, Butantã. O nome deriva do tupi ("terra socada e muito dura" ou "lugar de vento forte"). Além da Cidade Universitária e do Instituto Butantan, o bairro concentra ainda duas construções históricas: a Casa do Sertanista e a Casa do Bandeirante, ambas tombadas. Diversos “sítios” deram origem ao nome dos bairros atuais, como Rio Pequeno, Invernada, Votorantim, Campesina ou Lajeado.

O desenvolvimento do bairro ocorreu a partir de 1900, sobretudo com a implantação do Instituto Butantã, e Cidade Universitária. O Instituto Butantã foi oficialmente inaugurado em 1901. Sua origem está associada ao combate da peste bubônica, que por volta de 1898 causava uma epidemia em Santos, litoral paulista. Para produzir o soro contra a peste, foi escolhida uma área fora do perímetro urbano da cidade de São Paulo. Assim, foi instalado um laboratório junto ao Instituto Bacteriológico, na fazenda Butantan, que dois anos mais tarde recebeu o nome de Instituto Serumteráphico, passando a atuar na área de pesquisa e produção de soros, sob a coordenação do médico Vital Brazil. O nome do instituto só se tornou oficial e4m 1925.

CONSULTE AQUI O REGULAMENTO DO PARQUE 

CONSELHO GESTOR
Os Conselhos Gestores dos Parques Municipais foram criados em 2003 para garantir a participação popular no planejamento, gerenciamento e fiscalização das atividades que ocorrem nos parques. O objetivo é envolver a comunidade na discussão das políticas públicas de forma consultiva, com enfoque nas questões socioambientais. Os Conselhos são integrados por representantes da sociedade civil (em geral, três frequentadores e um representante de movimento social ou entidade local), um representante dos trabalhadores do parque e três representantes do Poder Executivo.
Saiba mais sobre os Conselhos Gestores no site da SVMA.
 

COMO CHEGAR?
7049/10 – Terminal Campo Limpo / Parque do Lago
6014/10 - Term. Rod. Jd. Jacira / Term. Sto. Amaro
6840/10 - Terminal Jd. Jacira / Terminal Capelinha
7004-10 - Terminal Jd. Jacira / Est. Sto. Amaro/Guido Caloi
+ informações: www.sptrans.com.br