Dicas e informações sobre pessoas com deficiência

TERMINOLOGIA

Os profissionais de comunicação podem contribuir para a efetiva inclusão da pessoa com deficiência ao disseminar as informações e terminologias mais atuais e adequadas sobre o tema. Isso ajuda a vencer as barreiras do preconceito e da discriminação.

Pessoa com deficiência!

Há uma associação negativa com a palavra “deficiente”, pois denota incapacidade ou inadequação à sociedade. A pessoa não é deficiente, ela “tem uma deficiência”. No texto aprovado pela Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidades das Pessoas com Deficiência, em 2006, estabeleceu-se a terminologia mais apropriada: PESSOA (S) COM DEFICIÊNCIA.

Necessidades especiais?

É importante combatermos expressões que tentem atenuar as diferenças, tais como: “pessoas com capacidades especiais”, “pessoas especiais” e a mais famosa de todas: “pessoas com necessidades especiais”. As “diferenças” têm de ser valorizadas, respeitando-se as “necessidades” de cada pessoa.

Portador (a)?

A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa. A pessoa não porta uma deficiência, ela “tem uma deficiência”.

Deficiência intelectual não é sinônimo de doença mental. A deficiência se refere a um comprometimento intelectual com inúmeras origens e associado à capacidade da pessoa responder às demandas da sociedade. Não há cura para a deficiência intelectual e nem mesmo pode ser controlada com medicamentos. Na doença mental, a pessoa tem sofrimento psíquico, como depressão, síndrome do pânico e esquizofrenia, configurando-se como um quadro psiquiátrico, passível de controle ou cura por meio de remédios e terapias.

Não existe surdo-mudo, mas apenas surdo. A pessoa que nasce surda tem a capacidade de aprender uma linguagem oral, mas é comum que tenha na Língua Brasileira de Sinais – Libras uma opção de comunicação. Há, ainda, surdos oralizados que se comunicam pela leitura labial ou são implantados – implante coclear – e não utilizam a Libras como forma de comunicação.

Nem todo cego sabe ler braile. Nem todo surdo sabe Libras. Nem toda pessoa com deficiência é “coitadinha” nem é “super esforçada e eficiente”. Generalizações não podem ser empregadas às pessoas com deficiência, assim como não se deve generalizar as demais pessoas. Pessoas, com ou sem deficiência, têm suas habilidades, vocações, falhas e defeitos por simplesmente tratar-se de humanos.

As expressões “anomalia genética” ou “doença genética” devem ser evitadas. Utilize “síndrome genética”, “alteração genética” ou “condição genética”.

Como em qualquer outra matéria, evite generalizações para se referir às pessoas com deficiência, por exemplo, dizer que todas as pessoas com síndrome de Down têm talento artístico ou toda pessoa com deficiência visual tem audição apurada. As pessoas com deficiência são, acima de tudo, pessoas, com falhas de caráter, talentos e aptidões, como qualquer outra.

Evite supervalorizar a pessoa com deficiência bem sucedida e que supera as limitações. Nem todos seguem o mesmo caminho e quem não conseguiu superar as próprias limitações pode se sentir minimizado. Sociedade inclusiva é aquela onde o “herói” é apenas uma entre muitas possibilidades.
 

TIPOS DE DEFICIÊNCIA

Deficiência Física - Engloba vários tipos de limitações motoras, como paraplegia, tetraplegia, paralisia cerebral e amputação.

Deficiência Intelectual – Limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, que aparecem nas habilidades conceituais, sociais e práticas, antes dos 18 anos. A pessoa com deficiência intelectual não é necessariamente considerada incapaz de exercer sua cidadania.

Deficiência Auditiva – Redução ou ausência da capacidade de ouvir determinados sons em diferentes graus de intensidade. Não é correto utilizar o temo surdo-mudo. A pessoa surda “fala” em sua própria língua e com terapia fonoaudiológica pode desenvolver a fala oral.

Deficiência Visual – Redução ou ausência total da visão, podendo ser dividida em baixa visão ou cegueira. O termo cego pode ser utilizado normalmente.

Surdocegueira – Deficiência única, que apresenta a perda da visão e da audição concomitantemente em diferentes graus.

Deficiência Múltipla – Associação de duas ou mais deficiências. Ex: deficiência intelectual associada à deficiência física.

Mais informações: Dicas de Relacionamento Pessoas com Deficiência

DICA DE RELACIONAMENTO

  • A barreira do preconceito pode ser enfrentada com boa vontade, bom senso, informação e com atitudes que respeitem as diferenças. Respeitar as diferenças é, acima de tudo, respeitar o próximo. 
  • Audiodescrição, libras, braile, maquetes táteis, legendas em vídeos, aplicativos, cão-guia. Procure conhecê-los para que façam parte da sua realidade. Certamente isso facilitará a vida de uma pessoa com deficiência em suas experiências. 
     
  • A deficiência é uma dentre várias características humanas e não pode significar barreiras ou discriminação na amplitude de sua cidadania. 
     
  • Promover mudanças positivas na vida social significa gerar transformações para si mesmos e para outras pessoas, afinal, somos iguais em nossos direitos humanos. 
     
  • Perguntar às pessoas com deficiência o que elas precisam é um meio de incentivar sua emancipação social. 
     
  • Vídeo: Dicas de Relacionamento para Cegos

  • Vídeo: Dicas de relacionamento para Surdos
  • Vídeo: Dicas de como se relacionar com pessoas com nanismo

     
  • NEM TODA DEFICIÊNCIA É VISÍVEL: Informação e respeito. Nem toda deficiência é visível! Cada pessoa carrega a sua história. Observe mais, julgue menos.

FATOS SOBRE A COMUNIDADE SURDA

  • A Libras é a segunda língua oficial do Brasil e de acordo com a  lei, possui o mesmo status que o português.
     
  •  A língua de sinais não é universal, assim como as línguas orais, as línguas de sinais também seguem a cultura local. Surdo-mudo é um termo incorreto e nunca deve ser usado. A terminologia correta é surdo ou pessoa com deficiência auditiva.
     
  • Você não precisa gritar para falar com uma pessoa surda.
     
  • Quando o surdo estiver acompanhado do intérprete, fale diretamente com a pessoa surda, não com o intérprete.
     
  • Você não deve falar linguagem de sinais, porque a Libras é uma língua! Para quem não sabe, Libras é um acrônimo que significa Língua Brasileira de Sinais, ou seja, ela é um outro idioma. Muita gente pensa que a Libras é só um conjunto de sinais para as palavras em português, mas ela vai muito além disso. 
     
  • Libras não é uma língua universal. Existem mais de 200 línguas de sinais no mundo e cada uma tem suas próprias normas! Há países em que mais de uma língua de sinais é utilizada, como no Canadá. Lá se usa a Língua de Sinais Americana (American Sign Language) e a Língua de Sinais de Quebec (Langue des signes québécoise) – o que tem forte relação com fato de o país ter tanto o inglês quanto o francês como línguas orais oficiais. Assim como os idiomas orais, as línguas de sinais também têm semelhanças umas com as outras e muitas vezes compartilham a origem. A própria Libras se originou de uma mistura entre a língua francesa de sinais e gestos usados no Brasil, quando foi criada em 1857. E hoje em dia ela tem a sua identidade própria e uma importância enorme para a comunidade surda, já que é um dos principais pontos de contato entre os surdos. 
     
  • Link: A história da Libras, a Língua Brasileira de Sinais

  • Cada pessoa surda vai ter sua maneira de lidar com a sua surdez. Muitos surdos aceitam muito bem sua condição física e linguística, enquanto há o que vão se espelhar nos ouvintes. Cada surdo vai ter sua identidade e seu olhar sobre a surdez. Confira: 9 coisas que surdos gostariam de te contar e 21 coisas legais sobre Libras que você provavelmente não sabia

  • Os surdos oralizados, em geral, não costumam ter muito interesse pela língua de sinais, porque a língua que se tornou natural é o idioma comum, no caso do Brasil, o português. A leitura labial é uma forma de comunicação. Muita gente consegue se virar bem com ela. A leitura pode até não ser uma copia fiel da audição, mas é uma forma de comunicação tão válida quanto a audição ou a língua de sinais. (Dica do Desculpe, Não Ouvi). 
     
  • Importante lembrar que o Implante Coclear não cura a deficiência auditiva. Um surdo não deixa de ser surdo porque usa o IC, uma vez que ele só ouve quando usa também a parte externa do aparelho. Portanto, mesmo um surdo implantado continua sendo parte da diversidade dessa deficiência. (Dica do Desculpe, Não Ouvi).
     
  • EDUCAÇÃO BILÍNGUE PARA SURDOS: A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo tem um Programa de Educação Bilíngue para Surdos. As formações têm o objetivo de aperfeiçoar o conhecimento e uso de Libras por alunos surdos. Acesse e confira todo o material: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Programa-de-Educacao-Bilingue-para-Surdos

 

PESSOAS SURDOCEGAS

Conheça algumas curiosidades e comunicação com pessoas surdocegas:

  • O principal recurso de acessibilidade para a pessoa com surdocegueira é o “guia intérprete;
     
  • Tipos de Surdocegueira: Cegueira Congênita e Surdez Adquirida; Cegueira e Surdez Adquiridas; Surdez Congênita e Cegueira Adquirida; Baixa visão com Surdez Congênita ou Adquirida; Cegueira e Surdez Congênita;

  • Comunicação: existem casos (a maioria), em que a pessoa adquire uma Língua antes de tornar-se surdocega, neste caso, dizemos que é um surdocego pós linguístico, como por exemplo, se a pessoa nasceu surda, a sua primeira língua aprendida é a dos sinais (LIBRAS, aqui no Brasil). Ainda, para pessoas que fazem uso de Língua de Sinais, se a pessoa tem o campo da visão reduzido, o guia intérprete fará os sinais em um determinado campo limitado, onde este surdocego consiga visualizar; 
     
  • Braille: é um recurso utilizado por pessoas com cegueira ou deficiência visual para desenvolver a escrita e a leitura pelo tato. Para tanto são usados recursos materiais como: reglete, punção, máquinas braille e soroban e atualmente a tecnologia da Linha Braille;
     
  • Alfabeto Dacticológico: é o uso do alfabeto manual utilizado pelos surdos. O interlocutor faz a letra na palma da mão da pessoa surdocega;
     
  • Tablitas de comunicação: é um meio de comunicação feito de plástico resistente com letras em relevo, números ordinários e caracteres em braille. A pessoa com surdocegueira coloca o dedo indicador nas letras estabelecendo a comunicação;
     
  •  CCTV: é um ampliador de imagens que visa auxiliar a pessoa que tem um resíduo visual muito pobre a ler e escrever, o CCTV amplia em até sessenta vezes o tamanho da figura;
     
  • Tellethouch: este aparelho tem teclado de uma máquina braille e um teclado normal. O teclado braille assim como o teclado normal levantam na parte de trás do aparelho uma pequena chapa de metal, a cela braille, uma letra de cada vez. Ao interlocutor do surdocego basta saber ler. Sabendo ler pressionará as teclas normais da tellethouch como se estivesse redigindo um texto escrito qualquer;
     
  • Escrita em letras de forma: neste caso, é preciso que o interlocutor conheça as letras maiúsculas do alfabeto. O dedo indicador funciona como uma caneta e o interlocutor escreve na palma da mão do surdocego;
     
  • Tadoma: A pessoa surdocega deve ter conhecimento da língua oral e então, coloca uma das mãos na face do interlocutor próxima à boca para então fazer a “leitura” da articulação das palavras e sentir também a vibração dos sons. É preciso muito treino e prática da pessoa surdocega para estabelecer comunicação utilizando este método;
     
  • É muito importante que, para melhor locomoção e segurança, o surdocego passe por treinamentos chamados de Programas de Orientação e Mobilidade (O.M) que também são válidos para pessoas com cegueira congênita ou adquirida, tendo como principal característica o uso da bengala;
     
  • Pergunte como deve se comunicar com o surdocego ao seu guia ou acompanhante;
     
  • Ao chegar perto de uma pessoa com surdocegueira toque-o levemente nas mãos para sinalizar que está ao seu lado ou espere ser anunciado;
     
  • Muitas vezes, a principal barreira é a atitude em relação às pessoas com deficiência. Por isso, tenha paciência para lidar com as particularidades e se comunicar com uma pessoa surdocega;
     
  • A maioria dos surdos de nascença tem a Língua de sinais como primeira Língua; No caso da pessoa surdocega com baixa visão, esta pessoa terá a memória da sua Língua de sinais e as características de cada sinal através do movimento.


    Dicas: Fonte: Ministério da Educação e da Cultura. Saberes e Práticas da Inclusão. Dificuldades de comunicação e sinalização: Surdocegueira / múltipla deficiência sensorial Secretaria de Educação Especial – Brasília: MEC/SEESP – 2006


     

 

DEFICIÊNCIA VISUAL 


plano de fundo a foto de um parque com árvores ao redor. Uma pista, no centro, com um piso tátil na cor azul. Sobre a foto, o texto: "Você sabe quais são os tipos de pisos táteis? Abaixo, do lado esquerdo, na cor azul, o piso tátil de alerta. Lado direito, também na cor azul, o piso tátil de direcional. Logotipo, no rodapé, lado direito, Cidade de São Paulo Pessoa com Deficiência.


O piso tátil tem o objetivo de orientar pessoas com deficiência visual. Sua função é alertar os obstáculos existentes no caminho.

Existem dois tipos:

 Piso Tátil Direcional: apresenta como relevo faixas paralelas. Ele indica o caminho que o cego deve fazer para chegar aos locais, como o metrô, por exemplo.

Piso Tátil de Alerta: caracterizado por apresentar relevos semelhantes a moedas em sua superfície. Ele indica ao usuário um obstáculo, sendo colocado de maneira transversal ao piso direcional. Pode indicar plataformas de metrô, escadas, rampas, entre outros.


BENGALAS

Destaque para o texto, no topo da imagem: Você Sabia? São 3 cores diferentes de bengalas para pessoas com deficiência visual. No centro, a ilustração com três símbolos de acessibilidade da pessoa com deficiência visual, as bengalas estão nas seguintes cores: branca (cego), verde (baixa visão) e branca e vermelha (surdocego). Rodapé, lado direito, o logo com o brasão Cidade de São Paulo Pessoa com Deficiência


Você sabia que existem três tipos de bengalas para pessoas com deficiência visual?

São definidas por cores:

  • Bengala branca: utilizada por pessoas cegas;
  • Bengala verde: identifica as pessoas com baixa visão;
  • Bengala branca e vermelha: identifica pessoas surdocegas;

Segurança, autoconfiança, autonomia e independência são naturalmente proporcionadas para as pessoas com deficiência visual, por meio da bengala. Instrumento básico de locomoção e de extrema importância na garantia, principalmente no direito de ir e vir.

 

CÃO - GUIA

Cães-guias têm a função de oferecer a pessoa com deficiência visual segurança na locomoção, melhora do equilíbrio emocional e a socialização. 

  • Quando um cão-guia se aposenta, pode ficar com seu tutor. No caso de eventual impossibilidade deste tutor, o cão pode ficar com uma família com quem ele já tenha afinidade, como por exemplo, um parente ou amigo próximo de seu antigo tutor.
     
  • A escolha das raças dos cães-guia depende muito da cultura de cada país. O labrador e o golden retriever são as raças mais utilizadas atualmente.
     
  •  Qualquer pessoa pode ser tornar voluntária em alguma instituição que treina o cão-guia.
     
  • Família Socializadora: São famílias responsáveis por hospedar e cuidar com muito amor e carinho dos cães entre os dois meses de idade até um ano e meio aproximadamente, colaborando com o ensinamento para ser cão-guia.
     
  • Como os cães são treinados? Esse trabalho se divide em três etapas fundamentais: socialização, treinamento e instrução. O processo é concluído quando o cão tem entre um ano e meio e 2 anos de idade.
     
  • Não desvie a atenção do cão-guia quando ele estiver trabalhando e nem chame a atenção do animal.
  • A Lei n° 11.126 dispõe sobre o direito da pessoa com deficiência visual de ingressar e permanecer em ambientes de uso coletivo acompanhada de cão-guia.
     
  • O ideal é que o cão-guia seja alimentado somente por seu condutor com a alimentação recomendada por veterinários.
     
  • Como a empresa deve preparar os colaboradores para a chegada de um colega que possui um cão-guia? Uma única regra basta: aprenda a perguntar! A pessoa com quem se vai conviver é sempre a mais indicada para esclarecer em que situações precisa de ajuda e qual a melhor maneira de prestar essa ajuda.
     
  • Enquanto o cão-guia estiver guiando, não chame a atenção do animal, falando o nome dele, afagando a cabeça ou olhando para ele de forma interativa.
     
  • Não ofereça água ou qualquer tipo de alimento, ainda que canino, sem a autorização do usuário. Isso pode ser extremamente prejudicial à saúde e ao comportamento do cão-guia.
     
  • Cada usuário tem uma "política educacional" com o cão-guia. Pergunte qual forma e qual o momento são adequados para que os colegas possam interagir com o cão. A interação controlada é muito benéfica para todos.
     
  • Confira o vídeo: Dicas de como se relacionar com o cão-guia.
     
  • Prefeitura lança guia de como transportar animais domésticos com segurança no trânsito.
     

 
 

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

  •  A Associação Brasileira de Autismo tem diversas publicações no site sobre direitos e informações sobre Autismo. O material está disponível para download

 

 

 ACESSIBILIDADE DIGITAL

EVENTOS 

SERVIÇOS

 

 plano de fundo lilás com um pássaro sobre o fundo. No topo da imagem, o logotipo do Atende+ com um pássaro sobre a letra "A" e um símbolo de acessibilidade no lugar da letra "e". Abaixo, o texto: Como me cadastrar? No centro, a foto de uma das vans do serviço. Rodapé, lado direito, o logotipo Cidade de São Paulo Pessoa com Deficiência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

?? Para ter acesso aos serviços de  reabilitação da rede pública de saúde, é necessário procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa, onde será realizada uma avaliação para encaminhamento aos Centros Especializados em Reabilitação (CER).   ? Após a entrada, a continuidade do acompanhamento será realizada juntamente à UBS e aos outros pontos de atenção da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência: http://bit.ly/2Znhtqe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

plano de fundo, um pouco desfocado, o interior de um ônibus vazio com bancos e uma catraca. Sobre a foto, acima, o texto: Como solicitar o Bilhete Único Especial. Próximo ao rodapé, uma mão segura um bilhete único especial sem foto. Rodapé, lado direito, o logotipo Cidade de São Paulo Pessoa com Deficiência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto de Luise Gonçalves, que tem deficiência visual, segura um livro e aponta um dos dedos para a página. Ela usa um óculos scanner, que transforma textos em áudio. Ela está em uma biblioteca. —

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

plano de fundo um asfalto com uma faixa amarela. Sobre a foto, o texto citado na publicação com todas as informações, como destaque. Abaixo, uma tela de celular aberta com três símbolos de acessibilidade. Ainda, sobre uma faixa cinza transparente, as informações para cadastro, já na publicação. Rodapé, os logotipos: DSV, Cidade de São Paulo Transportes e Pessoa com Deficiência. —

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 sobre uma mesa vários materiais escolares espalhados: canetas, tesouras, réguas, tintas e marcadores de texto. No centro, em uma folha, o texto: Como matricular uma criança com deficiência na rede municipal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

plano e fundo na cor azul claro, uma mão segura uma casinha e entre os dedos da pessoa tem uma chave. Na frente da casa, na parede, tem o desenho com símbolos de acessibilidade. No topo da imagem, destaque para o texto: Cadastro na demanda oficial por habitação em São Paulo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto de uma cadeira de rodas, apena s o lado esquerdo. Foco na mão de uma pessoa conduzindo a cadeira. Lado esquerdo, o texto: Solicitação de Cadeira de Rodas na Rede Municipal. —

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ilustração de uma família: dois idosos, um está em uma cadeira de rodas, dois homens, um segura um bebê no colo, uma menina e um cachorro. No topo da imagem, destaque para o texto: Se eu arrumar um emprego, perco o benefício? Rodapé, lado direito, o logotipo do BPC e lado esquerdo, Cidade de São Paulo Pessoa com Deficiência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Toda a arte e detalhes na cor azul. No topo da ilustração, plano de fundo com vários símbolos de acessibilidade com o texto: Símbolos de Acessibilidade. Abaixo, todos os símbolos: deficiência física, auditiva, intelectual, cão-guia, sistema de audição assistiva, telebonina, telefone com amplificador sonoro, visual, pessoa ostomizada, braille, baixa visão, opned caption, closed caption, audiodescrição, telefone para surdos, surdocegueira, pessoa com nanismo, intérprete de libras, proteção de ouvido obrigatória. Lado esquerdo, o logotipo Cidade de São Paulo Pessoa com Deficiência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

plano de fundo, a foto de uma mulher com um celular em uma das mãos. A tela está ligada e um dos intérpretes de libras da CIL, se comunica com ela. Sobre a foto, lado esquerdo, o logotipo da CIL, App Store e Google Play. Abaixo, do mesmo lado, o texto, dentro de um círculo com fundo preto: Ele permite a comunicação entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos com a ajuda de um intérprete de libras. Acima, lado direito: Baixe o aplicativo CIL - SMPED sem gastar o seu pacote de dados. Rodapé, lado direito, o logotipo com o brasão Cidade de São Paulo Pessoa com Deficiência.