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Biblioteca Monteiro Lobato


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PATRONO DA BIBLIOTECA MONTEIRO LOBATO

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Monteiro Lobato

José Renato Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 em Taubaté, São Paulo. Modificou seu nome para José Bento Monteiro Lobato, desejando usar a bengala do pai gravada com as iniciais J.B.M.L. Ficou órfão aos 17 anos e permaneceu sob a tutela de seu avô, o Visconde de Tremembé.

Em 1904 bacharelou-se em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco. Em 1911 seu avô faleceu deixando como herança uma fazenda, quando Lobato passou de promotor a fazendeiro. Leu e escreveu muito nessa fase da vida, trabalhou no meio rural e colaborou com inúmeros jornais e revistas. Criou o polêmico Jeca Tatu, personagem símbolo de sua obra.

Em 1917 vendeu a fazenda e mudou-se para São Paulo. Comprou a Revista do Brasil e publicou aos trinta e seis anos seu primeiro livro: Urupês. Foi dono de editora, jornalista, crítico de arte, tradutor e adido comercial da Embaixada Brasileira nos Estados Unidos durante quatro anos. Em 1929 lançou o livro Circo de Escavalinho, onde surge o Sítio do Picapau Amarelo, com Emília e seus imortais personagens.

Faleceu em 4 de julho de 1948, em São Paulo, deixando obras tanto para crianças e adolescentes quanto para adultos. Modernizou a indústria editorial brasileira, lutou pela preservação do nosso petróleo e por um Brasil mais moderno.

“No dia em que todas as cidades do Brasil tiverem uma biblioteca infantil, o Brasil está a salvo de todos os males, porque todos os males do Brasil têm uma causa única: a ignorância dos adultos, justamente porque não lhes foi despertado o amor pela leitura quando eram crianças”.
(Depoimento dado por Monteiro Lobato no dia da inauguração da biblioteca)


Algumas obras: Urupês (1918); O Saci Pererê: resultado de um inquérito (1918); Cidades mortas (1919); Idéias de Jeca Tatu (1919); Negrinha (1920); A menina do narizinho arrebitado (1920); Contos escolhidos (1923); As aventuras de Hans Staden (1927); As reinações de Narizinho (1931); Emília no país da gramática (1934); Aritmética da Emília (1935); O escândalo do petróleo (1936); O museu da Emília (peça de teatro 1938); O Picapau Amarelo (1939); A reforma da Natureza (1941); Literatura do minarete (1948).


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