Síndrome Respiratória Aguda Grave - SRAG

Série histórica de 2007 a 2021 - DVE - COVISA

Série histórica de casos e óbitos de  Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) notificados , coeficientes de incidência e mortalidade por 100.000 habitantes, residentes no Município de São Paulo, 2007 a 2021*.
Ano de Início se sintomas Número de casos Coeficiente de incidência& Número de óbitos Coeficiente de mortalidade&
2007 . . . .
2008 . . . .
2009** . . . .
2010** 1531 13,61 111 0,99
2011 149 1,32 26 0,23
2012 723 6,35 53 0,47
2013 3601 31,46 361 3,15
2014 1397 12,13 171 1,49
2015 986 8,51 105 0,91
2016 5702 48,99 509 4,37
2017 2351 20,10 199 1,70
2018 3699 31,47 356 3,03
2019 2538 21,49 235 1,99
2020* 120.782 1017,57 27.079 228,14
2021* 110.527 927,64 23.413 196,50
Fonte: SIVEP Gripe/Fundação SEADE      
* Dados provisórios de 05/10/2021, sujeitos a alteração  

**Notas: No ano pândemico 2009, notificaram-se todos os casos de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A partir do ano de 2010, só são notificados os casos de SRAG hospitalizados.
             Os casos de SRAG são selecionados pela definição de caso: febre, mesmo que referida, acompanhada de tosse ou dor de garganta e que apresente dispneia ou saturação de O2 < 95%.
             A partir da Declaração de Pandemia pelo SARS CoV2 a definição de caso passou a contabilizar apenas casos hospitalizados como critério de seleção. Os óbitos são contabilizados independentes do critério de internação.
              No Ano de 2020 e 2021, os casos de SRAG incluem os suspeitos de COVID-19 

Nota: & Coeficiente de incidência e de Mortalidade por 100.000 habitantes 

         

 

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