Síndrome Respiratória Aguda Grave - SRAG

Série histórica

Veja aqui a série histórica de Síndrome Respiratória Aguda Grave - SRAG

(*A frequência de atualização desta série histórica ocorre uma vez por mês

Série histórica de casos e óbitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) notificados , coeficientes de incidência e mortalidade por 100.000 habitantes, residentes no Município de São Paulo, 2007 a 2024*.
Ano de Início se sintomas Número de casos Coeficiente de incidência& Número de óbitos Coeficiente de mortalidade&
2007 . . . .
2008 . . . .
2009** . . . .
2010** 1.531 13,61 111 0,99
2011 149 1,32 26 0,23
2012 723 6,35 53 0,47
2013 3.601 31,46 361 3,15
2014 1.397 12,13 171 1,49
2015 986 8,51 105 0,91
2016 5.702 48,99 509 4,37
2017 2.351 20,10 199 1,70
2018 3.699 31,47 356 3,03
2019 2.538 21,49 235 1,99
 2020* 123.188 1.037,84 27.256 229,63
 2021*   131.463 1.103,35 27.511 230,90
 2022* 42.435 354,80 5.669 47,40
 2023* 20.226 168,47 1.334 11,11
2024 4.308 35,88 231 1,92
Fonte: SIVEP Gripe/Fundação SEADE   
* Dados provisórios de 06/05/2024, sujeitos a alteração  

**Notas: No ano pândemico 2009, notificaram-se todos os casos de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A partir do ano de 2010, só são notificados os casos de SRAG hospitalizados.
             Os casos de SRAG são selecionados pela definição de caso: febre, mesmo que referida, acompanhada de tosse ou dor de garganta e que apresente dispneia ou saturação de O2 < 95%.
             Nos anos de 2020, 2021 e 2022, os casos de SRAG incluem os suspeitos de COVID-19 (SARS- Cov-2)    .
Nota: & Coeficiente de incidência e de Mortalidade por 100.000 habitantes

         

 

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