Burle Marx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Av. Dona Helena Pereira de Moraes, 200 - Morumbi
Prefeitura Regional do Campo Limpo
Área: 138.279 m²
Funcionamento: 7h às 19h
Telefone: (11) 3746-7631

INFRAESTRUTURA

Pista de Cooper e caminhada, trilha para passeio pelo meio da mata, aparelhos de ginástica (barras e pranchas), playground, estacionamento, sanitários. Orquidário natural, nascentes, lagos, espelho d’água, estares, lanchonete e pergolados.

PARTICULARIDADES

No final da década de 40 o empresário Baby Pignatari convidou o paisagista Roberto Burle Marx para realizar os jardins de sua casa projetada por Oscar Niemeyer. O conjunto artístico e paisagístico passou por uma intervenção e restauração pelo próprio Burle Marx em 1991. Remanescente da Chácara Tangará, a área foi doada à prefeitura e duas manchas de mata nativa foram tombadas pelo Estado de São Paulo em 1994. O parque, inaugurado em 1995 destaca-se pelo conjunto das esculturas do painel de alto e baixo-relevo, espelhos d’água, jardins e palmeiras imperiais. Sua vegetação é composta predominantemente por eucaliptal com sub-bosque, além de remanescente de Mata Atlântica e áreas ajardinadas. Destacam-se palmeiras diversas, andá-açu, gameleira-brava, marinheiro e pau-brasil.

Inventário de flora 2018.

O parque conta com 92 espécies de fauna, sendo 82 de aves. Dentre estas estão as aquáticas como o socozinho, savacu, martim-pescador-grande, garça-branca-grande, irerê, e biguatinga e, aves de área aberta, como quero-quero, anu-branco e anu-preto. Alguns rapinantes utilizam a área do parque, dando oportunidade de observar comportamentos singulares como o “peneirar” do gavião-peneira, e a vocalização característica do gavião-carijó durante o voo. Destaca-se o pavó, espécie ameaçada de extinção, que passa pelo parque em meio a suas incursões urbanas, e é um importante dispersor das sementes dos frutos de que se alimenta, contribuindo para a renovação da flora. Há espécies que carregam verdadeira aquarela em sua plumagem, como a saíra-sete-cores, a saíra-da-mata, gaturamos, saí-azul, tié-sangue e saíra-viúva. Abriga saguis, gambá-de-orelha-preta, preá e ratão-do-banhado; dentre os répteis, destaque para o “camaleãozinho”, lagarto diurno de hábitos semiarborícolas, ou seja, vive tanto sobre arbustos quanto no chão da mata. É neste solo, sombreado e coberto por folhas mortas (serapilheira), que vivem duas espécies de anfíbios anuros endêmicas da Mata Atlântica, o sapo-cururuzinho e a rãzinha-piadeira.

Desde que foi implantado, o parque é administrado pela Fundação Aron Birmann.

CONSELHO GESTOR

 

 

ÔNIBUS:
5118-10 – Term. João Dias – Lgo. São Francisco
5119-10 – Term. Capelinha – Lgo. São Francisco
5119-21 – Term. Capelinha – Itaim Bibi
6291-10 – Inocoop Campo Limpo – Term. Bandeira
647A-10 – Valo Velho – Pinheiros
647P-10 – COHAB Adventista – Pinheiros
7040-10 – Paraisópolis – Pinheiros
775F-10 – Jd. das Palmas – Hosp. das Clínicas

+ informações: www.sptrans.com.br