Aclimação

 Centro-Oeste            

Um retângulo com quatro fotografias dentro, separadas por uma fina linha branca. A primeira foto um caminho com o chão cheio de flores cor de rosa e muro baixo de pedras, a segunda foto beira do lago com grama alta verde ao redor, a terceira foto tronco grande de árvore com parte das raízes para fora da terra, a quarta foto uma escultura retangular branca. 

Rua Muniz de Souza, 1.119 – Aclimação
Inaugurado em 16/01/1939 – tombado em 05/10/1986
Subprefeitura da Sé
Área: 112.200 m²
Funcionamento: das 5h às 20h *
Telefone: (11) 3208-4042
* horário sujeito a mudanças durante horário de verão.

INFRAESTRUTURA
Lago, concha acústica, jardim japonês com espelho d’água, aparelhos de ginástica (barras), pista para Cooper e caminhada, playgrounds infantis, espaço para piquenique, estares, paraciclo, campo de futebol e sanitários integram os equipamentos do parque, que abriga também a Biblioteca Temática de Meio Ambiente Raull Bopp (equipamento pertencente à Secretaria Municipal da Cultura).
O espaço dispõe de rede wi-fi. Acessibilidade nos banheiros, entrada (por rampa) e áreas de circulação; cachorródromo. Há 4 vagas internas para pessoas com deficiência (mediante uso do cartão do DEFIS); as ruas do entorno dispõem de sistema zona azul diariamente, inclusive aos domingos.

O QUE É PROIBIDO:
O regulamento interno do espaço proíbe o uso de bicicletas, patins e skate, bem como empinar pipas ou praticar esportes radiocontrolados. O uso de drones é proibido em todos os parques, conforme determinação da Aeronáutica;

PARTICULARIDADES
Concebido no início do século XX por ordem de Carlos Botelho, então dono das terras, o espaço era dedicado à criação de gado e leiteria; Botelho também queria reproduzir um jardim europeu – o Jardin d’Acclimatation – e um zoológico (o primeiro da cidade). Da tradução do francês, surgiu o Jardim da Aclimação, segunda área verde oficial de São Paulo (a primeira foi o Jardim da Luz). Em 1986, foi oficializado o tombamento do parque pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT). O espaço mantém três esculturas de Arcângelo Ianelli: “Dança Brancos”, “O Retorno” e “Forma Corrompida”.

Em sua FAUNA foram registradas 111 espécies, entre insetos (borboletas e joaninhas), peixes (tuvira e cascudos), anfíbios (sapo-cururu), répteis (cobra-cega e tigre d’água de orelha vermelha), mamíferos (gambá e morcego) e aves. No lago vivem irerês, mergulhões-caçadores, frangos-d’água, garças, savacus, martins-pescadores, carões, biguás e biguatingas; quero-quero, periquito-rico, joão-de-barro, sabiá-laranjeira e chopim são observadas com facilidade, além de aves de rapina, como gavião-miúdo, gavião-carijó e caracará. Dentre os migrantes estão araponga, irré, bem-te-vi-rajado e juruviara, que visitam as copas das árvores entre setembro e março. Com sorte, pode-se observar a coruja-orelhuda e o gambá-de-orelha-preta, animais de hábito noturno.

Sua FLORA é composta por bosques implantados, inclusive sob eucaliptal (Eucalyptus sp.), áreas ajardinadas com espécies nativas e exóticas e brejo. Destaque para os exemplares de cabreúva (Myroxylon peruiferum), guanandi (Calophyllum brasiliense), ipê-branco (Tabebuia roseoalba), jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosifolia), leiteira-de-espinho (Pachystroma longifolium), magnólia-branca (Magnolia grandiflora), palmeira-coca-cola (Roystonea borinquena), primavera (Bougainvillea sp.), sete-capotes (Melaleuca leucadendra), sibipiruna (Poincianella pluviosa var. peltophoroides) e suinã (Erythrina speciosa), tamareira-anã (Phoenix roebelenii) e tamareira-de-jardim (Phoenix reclinata). Já foram registradas 125 espécies vasculares, das quais estão ameaçadas de extinção: cedro (Cedrela fissilis), pau-brasil (Paubrasilia echinata) e pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia). 

Inventário de flora.

CONSELHO GESTOR
Os Conselhos Gestores dos Parques Municipais foram criados em 2003 para garantir a participação popular no planejamento, gerenciamento e fiscalização das atividades que ocorrem nos parques. O objetivo é envolver a comunidade na discussão das políticas públicas de forma consultiva, com enfoque nas questões socioambientais. Os Conselhos são integrados por representantes da sociedade civil (em geral, três frequentadores e um representante de movimento social ou entidade local), um representante dos trabalhadores do parque e três representantes do Poder Executivo.

Saiba mais sobre os Conselhos Gestores no site da SVMA.


CONSULTE AQUI O REGULAMENTO DO PARQUE

COMO CHEGAR ?
ÔNIBUS:
274P/10 – Metrô Vila Mariana / Penha
408A-10 - Machado de Assis / Cardoso de Almeida (Trólebus)
508L-10 - Aclimação / Terminal Princesa Isabel (Circular)
574A/10 – Largo Cambuci / Americanópolis
857R-10 - Aclimação / Terminal Campo Limpo
METRÔ: O parque é próximo da Estação Paraíso das linhas 1-Azul e 2-Verde.
+ Informações: www.sptrans.com.br