SP Regula

Coleta Domiciliar Seletiva

Saiba como funciona o processo de Coleta Domiciliar Seletiva da capital

Esta imagem retrata o cotidiano da coleta de lixo urbana, um serviço essencial para a manutenção da saúde pública e organização das cidades.  Elementos em Destaque Equipe Operacional: Um coletor aparece em primeiro plano, utilizando Equipamento de Proteção Individual (EPI) completo: uniforme de alta visibilidade em verde limão com faixas refletivas, luvas e boné. Ele está manuseando um contêiner de lixo (PEAD) de grande capacidade.  Veículo de Coleta: Vemos a traseira de um caminhão compactador verde. Este tipo de veículo é projetado para comprimir os resíduos, permitindo o transporte de uma carga muito maior de lixo antes de precisar descarregar em um aterro ou transbordo.  Ambiente Urbano: A cena ocorre em uma rua residencial com prédios ao fundo, durante o que parece ser o início da manhã ou fim de tarde, devido à luz solar suave e alongada.

A coleta domiciliar seletiva está presente nos 96 distritos do município de São Paulo, cobrindo 100% das vias. O serviço de coleta domiciliar conta com aproximadamente 6 mil funcionários e 842 veículos. As duas concessionárias responsáveis pela coleta da cidade são: Loga, encarregada pela prestação dos serviços divisíveis no agrupamento Noroeste (Centro, Norte e Oeste) e Ecourbis, responsável pelo agrupamento Sudeste (Sul e Leste); ambas possuem concessão de 20 anos.

Na prática, as empresas recolhem os resíduos recicláveis nas residências e destinam prioritariamente para as 29 cooperativas de reciclagem habilitadas no Programa Socioambiental de Coleta Seletiva da Prefeitura, que ficam com 100% do lucro das vendas dos materiais, gerando renda para cerca de 940 famílias de cooperados.

Os resíduos remanescentes são encaminhados para às duas Centrais Mecanizadas de Triagem da capital (Carolina Maria de Jesus e Ponte Pequena), que são operadas pela cooperativa habilitada Coopercaps. Ao chegarem nas Centrais, os materiais passam pelo processo de triagem, prensagem, pesagem e depois são comercializados pela cooperativa através de um leilão eletrônico, o dinheiro da venda dos recicláveis é destinado para o Fundo das Centrais de Triagem Mecanizadas - onde 50% do lucro das vendas deve retornar para as cooperativas habilitadas, através do custeio das despesas com manutenção e com a operação de triagem, equipamentos, espaço físico e veículos. O restante do fundo deve ser destinado para investimento em capacitação profissional e auxílio aos cooperados.

 

Esta imagem apresenta um infográfico detalhado sobre o sistema de Coleta de Lixo na cidade de São Paulo, destacando a divisão operacional do serviço entre as concessionárias responsáveis.  Aqui estão os pontos principais organizados para facilitar sua leitura:  Divisão Territorial e Operacional  A cidade é dividida em duas grandes áreas de atuação, conforme mostrado no mapa:  Região Concessionária Responsável Área (km2) Habitantes (aprox.) Central, Norte e Oeste Loga (Verde no mapa) 535,56 km² e 4.685.000 habitantes, enquanto Sul e Leste EcoUrbis (Azul no mapa) 989,86 km² e 7.115.000 habitantes   Destaques Visuais e Informações Adicionais  Logística: A imagem exibe um caminhão de coleta moderno da Prefeitura de São Paulo, reforçando a escala da operação urbana.  Fonte dos Dados: As estatísticas populacionais são baseadas no IBGE 2022.  Canais de Atendimento: No rodapé, encontram-se as formas de contato oficial com a prefeitura para dúvidas ou solicitações:  Telefone: 156  Site: sp156.prefeitura.sp.gov.br  Aplicativo: SP156  Instituições Envolvidas  O material é assinado pela Prefeitura de São Paulo, pela SP Regula (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo) e pelas empresas Loga e EcoUrbis.  Nota: É interessante observar que a Região Sul e Leste, operada pela EcoUrbis, cobre quase o dobro da extensão territorial e atende a uma população significativamente maior do que a área operada pela Loga.


 

Consulte os dias e horários da coleta seletiva de acordo com a região:

https://coleta.prefeitura.sp.gov.br/

Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s)

Além do serviço de coleta domiciliar seletiva, o descarte correto dos recicláveis pode ser feito nos Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s).

Atualmente, no Agrupamento Noroeste estão disponíveis 3.165 equipamentos:

  • 3.106 Pontos de Entrega Voluntária (PEVs)

Foto de um Pontos de Entrega Voluntária verde

  • 27 Cyclea

Foto de um Cyclea verde

 

  • 16 Ecobox

Foto de um ecobox verde

 

  • 16 Cycleas para o descarte específico de Vidro

Foto de um Cyclea verde para descarte de vidro


 

No agrupamento Sudeste, são 7.863 equipamentos instalados, sendo:

  • neires v7.563 Conteerdes (seletiva)

    Foto de um Conteerdes (seletiva) verde


E ainda:

  • 280 Cycleas

    Foto de um Cycleas verde

 

 

  • 20 Cycleas para o descarte específico de Vidro

Foto de um Cycleas  amarelo para descarte de vidro


                                                                                                                                                        

Cooperativas:

Há uma rede de 29 cooperativas habilitadas no Programa Socioambiental de Coleta Seletiva da Prefeitura que oferece investimento social, econômico e ambiental para cerca de 940 cooperados.

As cooperativas habilitadas recebem os materiais recicláveis provenientes do serviço de coleta domiciliar seletiva do município, onde diariamente são coletadas cerca de 280 toneladas de recicláveis, uma média de 7 mil por mês - 100% do material comercializado é revertido em renda para as famílias dos cooperados.

A fim de desenvolver profissionalmente os catadores de materiais recicláveis, a autarquia investiu no Reciclar para Capacitar, um programa de formação básica em materiais recicláveis que profissionalizou 2.120 catadores atuantes no município. Em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) foram oferecidos três cursos presenciais simultaneamente em onze Subprefeituras, kit alimentação e auxílio-curso. Esse programa faz parte do convênio com a Subsecretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES).
 

Centrais de Triagem:

A cidade de São Paulo é a única cidade da América do Sul que possui um sistema de triagem mecanizada para separação de resíduos recicláveis. A capital paulista conta com duas modernas centrais mecanizadas de triagem (Carolina Maria de Jesus e Ponte Pequena), que possuem maquinários europeus de primeira linha para o fracionamento de 500 toneladas de materiais processados diariamente (250 toneladas cada). Ambas dispõem de uma capacidade de tratamento anual de aproximadamente 80 mil toneladas.

As duas centrais são administradas pela Cooperativa Coopercaps, que é habilitada no programa Socioambiental da Prefeitura. Após o recebimento dos resíduos recicláveis, os cooperados realizam a triagem, prensagem, pesagem e comercialização destes materiais. De agosto de 2018 a setembro de 2020, as duas centrais reciclaram cerca de 55.5 mil toneladas de recicláveis.
 

Esta imagem mostra o interior de uma Central de Triagem de Resíduos Recicláveis, um elo fundamental na economia circular e na gestão ambiental urbana.  Aqui está o que podemos observar na cena:  O Processo de Triagem Esteira Rolante: No centro da imagem, uma esteira transporta os resíduos secos que foram coletados. É sobre ela que o material é separado manualmente.  Separação Manual: Trabalhadores uniformizados e equipados com EPIs (luvas, máscaras, protetores auriculares e uniformes refletivos) estão posicionados ao longo da esteira. Cada profissional geralmente é responsável por retirar um tipo específico de material (papel, plástico PET, alumínio, vidro, etc.).  Infraestrutura: O ambiente é amplo, bem iluminado e parece ser uma instalação moderna, possivelmente uma central mecanizada ou semimecanizada, dada a estrutura metálica e as cabines de isolamento ao fundo.

 

 

Central Mecanizada de Triagem Ponte Pequena

Em junho de 2014, o município de São Paulo inaugurava a primeira Central Mecanizada da cidade e da América Latina. A Central Mecanizada de Triagem Ponte Pequena funciona integrada à Estação de Transbordo Ponte Pequena, formando um complexo de 19 mil metros quadrados, totalmente dedicado à gestão de resíduos na cidade. A unidade é gerenciada pela concessionária Loga, e possui capacidade para processar 250 toneladas por dia, sendo 15 toneladas por hora. 

Endereço: Avenida do Estado, nº 300 – São Paulo

 

Esta imagem mostra a fachada de uma das instalações mais importantes para a logística ambiental de São Paulo: a Central Mecanizada de Triagem e Estação de Transbordo Ponte Pequena.  Localizada na região central (próximo à Marginal Tietê), ela é operada pela concessionária Loga em parceria com a Prefeitura de São Paulo.
 

Central Carolina Maria de Jesus

A segunda central da capital, inaugurada em 16 de julho de 2014, recebeu o nome de Central Mecanizada de Triagem Carolina Maria de Jesus, em homenagem a renomada escritora mineira. A unidade é administrada pela empresa Ecourbis Ambiental e também possui capacidade para processar 250 toneladas de materiais por dia.

Endereço: Avenida Miguel Yunes, nº 345, Vila Sabará – São Paulo

 

Esta imagem mostra a fachada da Central Mecanizada de Triagem Carolina Maria de Jesus, localizada na zona sul de São Paulo. Esta unidade é a "irmã" da Central Ponte Pequena que vimos anteriormente, mas com um detalhe muito especial em seu nome.  Quem foi Carolina Maria de Jesus? A escolha do nome não é por acaso. Carolina Maria de Jesus foi uma das mais importantes escritoras brasileiras, autora de "Quarto de Despejo". Ela viveu na favela do Canindé e sustentou sua família como catadora de papel. Dar seu nome a uma central tecnológica de reciclagem é uma homenagem simbólica à dignidade e à história dos catadores de São Paulo.


Central de atendimento

Em casos de falha no atendimento do serviço da coleta domiciliar comum ou reciclável e/ou para denúncias de munícipes que depositam os sacos de lixo nas vias antes do horário ligue para central de atendimento 156.

 SP156

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