SMRI apresenta a política pública “São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural” na Tanzânia

Ação é uma parceria das secretarias municipais de Relações Internacionais (SMRI) e de Educação (SME), com o objetivo combater o racismo estrutural na sociedade a partir da educação e incidir na formação das próximas gerações

No dia 26 de maio, a assessora especial Adriana Vasconcellos, coordenadora da I Expo Internacional Dia da Consciência Negra, apresentou às equipes dos ministérios da Habitação e de Turismo da Tanzânia a política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural". No lançamento dessa política pública, em agosto passado, a secretária municipal de Relações Internacionais, Marta Suplicy, explicou que os prefeitos Bruno Covas e Ricardo Nunes abraçaram a proposta. “É uma política de Estado. Se quisermos acabar com o racismo, o caminho será pela educação e pela conscientização”, pontuou. Para o secretário da Educação, Fernando Padula, é fundamental a capacitação do corpo docente para que se promova um currículo antirracista nas escolas: “Estamos juntando esforços para formar professores e a partir deles, os alunos, desde os nossos bebês até os adolescentes. Queremos atuar numa cultura antirracista”, completou.

Adriana Vasconcellos explicou às equipes dos ministérios da Tanzânia, que "o Farol compreende como eixo a educação e visa que professores atuem de acordo com a Lei 10.639/2003, cujo propósito é combater o racismo dentro das escolas, promovendo conhecimento sobre as culturas africanas e ameríndias". Segundo detalhou, na estratégia da política pública paulistana, primeiramente, estão sendo organizadas as informações acerca do ambiente escolar, por meio de uma pesquisa em parceria com a Unesco. A partir dos indicadores da pesquisa e da apresentação de seus resultados, serão promovidas revisões e propostas de novas ações aos professores em uma metodologia para minimizar práticas e propagação de ideias racistas. “É a ação junto com conteúdo. Só a formação teórica não muda a cultura nem hábitos nem faz a pessoa menos racista", disse a coordenadora da I Expo Internacional Dia da Consciência Negra - evento realizado em novembro passado, no Anhembi, dentro da estratégia de dar visibilidade à política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural".


Sobre a importância da missão técnica à Tanzânia, Adriana Vasconcellos afirmou que faz parte das ações da SMRI a aproximação com a cultura e a economia de países africanos. De um lado, para brasileiros visa desmistificar a imagem criada em relação ao continente africano sobre pobreza e falta de oportunidades. De outro, apresentar um Brasil que tem empenho em agendas de relevância mundial e em sintonia com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Agenda 2030 da ONU. Uma pauta que convém a ambos países no intercâmbio cultural, de turismo e de investimentos, sendo São Paulo uma cidade que se caracteriza por ser principal centro financeiro do país e da América do Sul, destacando-se como governo subnacional que investe em paradiplomacia.

FESTAC 2022

Adriana Vasconcellos, também, participou com mais brasileiras, em Zanzibar, Capital da Tanzânia, do Festac 2022. Contraponto ao Festac realizado 45 anos antes, em 1977, esta edição teve uma delegação brasileira composta por mulheres negras. "Falamos que é um contraponto fundamental e histórico, disse a assessora especial da SMRI, visto que em 1977 havia apenas a representação de pessoas brancas e aconteceu a exclusão da participação de Abdias do Nascimento, pensador e organizador do Movimento Negro no Brasil.

"Participar do Festa 2022 foi mais uma forma de São Paulo fortalecer os laços de amizade com os países africanos. Trata-se do principal e mais movimentado Festival Mundial de Artes e Cultura Negra e Africana, e que neste ano acolhe nossa representação e ouve falar da política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural", finalizou Adriana Vasconcellos.

Comunicação SMRI apresenta a política pública “São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural” na Tanzânia

Ação é uma parceria das secretarias municipais de Relações Internacionais (SMRI) e de Educação (SME), com o objetivo combater o racismo estrutural na sociedade a partir da educação e incidir na formação das próximas gerações

No dia 26 de maio, a assessora especial Adriana Vasconcellos, coordenadora da I Expo Internacional Dia da Consciência Negra, apresentou às equipes dos ministérios da Habitação e de Turismo da Tanzânia a política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural". No lançamento dessa política pública, em agosto passado, a secretária municipal de Relações Internacionais, Marta Suplicy, explicou que os prefeitos Bruno Covas e Ricardo Nunes abraçaram a proposta. “É uma política de Estado. Se quisermos acabar com racismo, o caminho será pela educação e pela conscientização”, pontuou. Para o secretário da Educação, Fernando Padula, é fundamental a capacitação do corpo docente para que se promova um currículo antirracista nas escolas: “Estamos juntando esforços para formar professores e a partir deles, os alunos, desde os nossos bebês até os adolescentes. Queremos atuar numa cultura antirracista”, completou.

Adriana Vasconcellos explicou às equipes dos ministérios da Tanzânia, que "o Farol compreende como eixo a educação e visa que professores atuem de acordo com a Lei 10.639/2003, cujo propósito é combater o racismo dentro das escolas, promovendo conhecimento sobre as culturas africanas e ameríndias". Segundo detalhou, na estratégia da política pública paulistana, primeiramente, estão sendo organizadas as informações acerca do ambiente escolar, por meio de uma pesquisa em parceria com a Unesco. A partir dos indicadores da pesquisa e da apresentação de seus resultados, serão promovidas revisões e propostas de novas ações aos professores em uma metodologia para minimizar práticas e propagação de ideias racistas. “É a ação junto com conteúdo. Só a formação teórica não muda a cultura nem hábitos nem faz a pessoa menos racista", disse a coordenadora da I Expo Internacional Dia da Consciência Negra - evento realizado em novembro passado, no Anhembi, dentro da estratégia de dar visibilidade à política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural".

Sobre a importância da missão técnica à Tanzânia, Adriana Vasconcellos afirmou que faz parte das ações da SMRI a aproximação com a cultura e a economia de países africanos. De um lado, para brasileiros visa desmistificar a imagem criada em relação ao continente africano sobre pobreza e falta de oportunidades. De outro, apresentar um Brasil que tem empenho em agendas de relevância mundial e em sintonia com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Agenda 2030 da ONU. Uma pauta que convém a ambos países no intercâmbio cultural, de turismo e de investimentos, sendo São Paulo uma cidade que se caracteriza por ser principal centro financeiro do país e da América do Sul, destacando-se como governo subnacional que investe em paradiplomacia.


FESTAC 2022

Adriana Vasconcellos, também, participou com mais brasileiras, em Zanzibar, Capital da Tanzânia, do Festac 2022. Contraponto ao Festac realizado 45 anos antes, em 1977, esta edição teve uma delegação brasileira composta por mulheres negras. "Falamos que é um contraponto fundamental e histórico, disse a assessora especial da SMRI, visto que em 1977 havia apenas a representação de pessoas brancas e aconteceu a exclusão da participação de Abdias do Nascimento, pensador e organizador do Movimento Negro no Brasil.

"Participar do Festa 2022 foi mais uma forma de São Paulo fortalecer os laços de amizade com os países africanos. Trata-se do principal e mais movimentado Festival Mundial de Artes e Cultura Negra e Africana, e que neste ano acolhe nossa representação e ouve falar da política pública "São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural", finalizou Adriana Vasconcellos.


Comunicação SMRI