Praia São Paulo / Praia do Sol

Orla da Represa de Guarapiranga

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avenida Atlântica, 3100 (Antiga Robert Kennedy)
Inaugurado em 26/07/2009
Subprefeitura da Capela do Socorro
Área: 168.679 m²
Funcionamento: 6h às 19h
Telefone: (11) 5666-2919

INFRAESTRUTURA
Possui pista de caminhada, áreas verdes com plantio de árvores nativas, quadras de areia para futebol e vôlei, uma delas oficial para competição (arena), playground infantil, playground da longevidade, ciclovia e sanitários acessíveis. Possui rede wi-fi, equipamentos de ginástica, entrada do parque e áreas de circulação acessíveis. O parque é conhecido pelos amantes do futebol e esportes aquáticos.

PARTICULARIDADES
Implantado em parceria com a Prefeitura Regional, o primeiro trecho deste parque é a chamada Praia do Sol, localizada na Avenida José Marques do Nascimento, altura do nº 3.540 da Av. Atlântica. O parque é voltado para a prática de esportes, lazer e contemplação, com uma pequena área destinada a banhistas.

Vegetação: gramados, áreas ajardinadas, árvores isoladas e em alamedas e vegetação aquática. Destaques da FLORA: abacateiro (Persea americana), areca-bambu (Dypsis lutescens), aroeira-mansa (Schinus terebinthifolia), árvore-polvo, capixingui (Croton floribundus), copaíba (Copaifera langsdorffii), falsa-seringueira (Ficus elastica), figueira-benjamim (Ficus benjamina), iúca (Yucca sp.), jasmim-manga (Plumeria rubra), jerivá (Syagrus romanzoffiana), maricá (Mimosa bimucronata), palmatória (Nopalea cochenillifera), pitangueira (Eugenia uniflora), seafórtia (Archontophoenix cunninghamiana) e sibipiruna (Poincianella pluviosa var. peltophoroides). Na vegetação aquática são observados maciços de cataia (Polygonum sp.) e gramíneas. Já foram registradas 62 espécies vasculares, das quais está ameaçada de extinção: canela-amarela (Nectandra barbellata). Inventário de flora 2018.

Em sua FAUNA, cerca de 50 espécies de aves foram observadas, principalmente aquáticas e de áreas abertas. Dentre as espécies de áreas abertas: pica-pau-do-campo, anu-branco, coleirinho, caracará e sabiás. Nas áreas úmidas, ocorrem marrecas silvestres, frangos-d’água, mergulhão-caçador, biguás, garças, socós e pernilongo-de-costas-brancas. Ocasionalmente aparecem colhereiros, que chamam atenção pela sua plumagem rosada e bico em forma de colher, daí seu nome popular. Batuiruçus e maçaricos descansam e alimentam-se nas praias do parque durante suas longas jornadas migratórias oriundas do Hemisfério Norte.

O BAIRRO
A região de Capela do Socorro, ao sul do Município de São Paulo, estende-se por uma vasta área abaixo dos canais dos rios Jurubatuba e Guarapiranga. Sua ocupação está estreitamente relacionada à expansão e estruturação urbanas da Prefeitura Regional de Santo Amaro, à qual esteve administrativamente ligada até 1985. Era habitada pelos índios tupis, que ocupavam também vários pontos da região sul do Brasil, além do litoral. Já no século XX, os guaranis (subgrupo tupi), no curso de seu processo migratório, chegaram a Parelheiros e lá se fixaram. Remanescentes desse núcleo são as duas aldeias existentes na área da Subprefeitura de Parelheiros - a de Curucutu e a do Morro da Saudade.

Outras referências à Capela do Socorro são encontradas em documentos dos anos que se seguiram à independência do Brasil. Naquela época, foram realizadas algumas tentativas de atrair para o Brasil a imigração europeia. Em 1827 e no ano seguinte desembarcaram em Santos os primeiros grupos de colonos alemães, dentre os quais destacaram-se pouco mais de 120 que aceitaram terras devolutas em Santo Amaro, localizadas em Colônia, na região de Parelheiros. Outros se espalharam para a região sul do país.

Após a construção das barragens da Light – em 1907, a do rio Guarapiranga; e a do rio Grande, construída após a grande seca de 1924, que deu origem à represa Billings –, essas represas criaram um potencial de lazer até então desconhecido na região, atraindo loteamentos de veraneio e construção de equipamentos recreativos.

A tentativa de criar um bairro diferenciado, assentando um bairro residencial em frente à represa de Guarapiranga para pessoas de maior poder aquisitivo, não evoluiu; algumas dessas edificações foram ocupadas para fins comerciais, enquanto outras permaneceram vazias. Com a implantação de lotes industriais, a dinâmica urbana do bairro foi afetada. Ao redor do chamado “bairro rural”, foram surgindo densos subúrbios, que também culminaram com a ocupação irregular.

A região passou a acomodar parte do crescimento urbano da cidade, atraindo novos bairros que surgiram para acompanharam o padrão periférico de expansão urbana de São Paulo particularmente nos anos 70. A partir de 1975, a região de Capela do Socorro passou a ser legalmente subordinada à Lei de Proteção dos Mananciais e à legislação de zoneamento industrial. Mas não foi suficiente para conter o avanço da urbanização e a degradação ambiental.

CONSELHO GESTOR
Os Conselhos Gestores dos Parques Municipais foram criados em 2003 para garantir a participação popular no planejamento, gerenciamento e fiscalização das atividades que ocorrem nos parques. O objetivo é envolver a comunidade na discussão das políticas públicas de forma consultiva, com enfoque nas questões socioambientais. Os Conselhos são integrados por representantes da sociedade civil (em geral, três frequentadores e um representante de movimento social ou entidade local), um representante dos trabalhadores do parque e três representantes do Poder Executivo.
Saiba mais sobre os Conselhos Gestores no site da SVMA.

 

ÔNIBUS:
6913-21 - Terminal Varginha - Itaim Bibi (circular)
6000-10 -Term. Parelheiros - Terminal Santo Amaro
6960-10 -Terminal Varginha - Terminal Santo Amaro
6970-10- Terminal Grajaú- Terminal Santo Amaro

+ informações: www.sptrans.com.br