01/12/2007 18h58

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Tribunal de Justiça instala a 4ª Vara Cível em Itaquera


A 4ª Vara Cível instalada nesta terça-feira, 30 de outubro, no Foro Regional VII, em Itaquera, situado na Av. Pires do Rio, nº 3.915, terá distribuição diferenciada até 12 meses após a instalação, recebendo quatro vezes mais processos que as demais até o quarto mês. Do 4º ao 8º mês será na proporção de três por um e, nos últimos meses, será de dois por um.

O Fórum de Itaquera recebe 1.500 pessoas por dia e cerca de 350 funcionários trabalham no local. Ele já conta com três varas Cíveis, uma Criminal, três de Família e das Sucessões e uma da Infância e da Juventude. Estão em andamento na esfera Cível da Justiça local cerca de 25 mil processos e quase 900 processos deram entrada em setembro.

Participaram da Cerimônia de instalação: o presidente do Tribunal de Justiça do estado de São Paulo; o juiz de direito da 4ª Vara Cível; o defensor público e coordenador da Regional de Itaquera, representando a Defensoria Pública Geral do Estado de São Paulo; o juiz diretor do Foro Regional de Itaquera; o Promotor de Justiça, representando o Procurador Geral de Justiça do Estado de São Paulo; o Conselheiro da 104ª Subsecção da OAB, representando seu Presidente; o juiz diretor do Fórum; e o Subprefeito de Itaquera, dentre outras personalidades.

Novo Fórum de Itaquera em frente ao Metrô 

A instalação da 4ª Vara Cível apenas fortalece a decisão anunciada em julho deste ano pelo Governador José Serra: a construção de um novo Fórum em frente à Estação Corinthians-Itaquera. Segundo o Subprefeito de Itaquera, as obras terão início ainda este ano. Na época, participaram da Solenidade: o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo; o Secretário da Justiça e Defesa da Cidadania e o Prefeito de São Paulo.

“Esta é uma reivindicação de anos e agora começa a se tornar realidade”, lembrou o Subprefeito, responsável pelas negociações. De acordo com o administrador público, as obras deverão ser concluídas em novembro de 2009. O Fórum de Itaquera será construído em um terreno municipal, doado pela Prefeitura ao Estado, com custo de R$ 21 milhões.

As reformas e a construção darão melhores condições de trabalho ao Poder Judiciário, beneficiando a população como um todo.