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    Coqueluche

    Coqueluche - CCD - COVISA

         

     

         A coqueluche é uma doença infecciosa aguda de transmissão respiratória e imunoprevinível causada pela bactéria Bordetella pertussis. Ocorre principalmente em menores de um ano de idade, sendo essa susceptibilidade relacionada ao esquema vacinal ausente ou incompleto. Apresenta um período de incubação que varia de 4 a 21 dias, mais comumente de 5 a 10 dias.
         O período de transmissão vai desde o 5º dia após o contato com o doente até três semanas após o início da fase paroxística.
         As manifestações clínicas se iniciam de forma insidiosa com sintomas catarrais, que duram de uma a duas semanas. Segue-se a essa fase instalação progressiva de surtos de tosse até crise de paroxismo. A fase paroxística típica pode durar de duas a seis semanas e é caracterizada por uma sucessão de tosse sem inspiração, com guincho inspiratório que pode ser seguido por vômito, além de protusão de língua, salivação, congestão facial, cianose e apnéia. Após isso, temos a fase de convalescença que pode durar de duas a seis semanas, onde os sintomas diminuem gradualmente e paroxismos de tosse são substituídos por episódios de tosse comum. O curso clínico pode variar de acordo com idade e estado de imunização do paciente. Crianças não vacinadas ou incompletamente vacinadas, como menores de seis meses, constituem grupo de risco para evolução com doença grave e morte.
         O tratamento específico é com antimicrobianos indicados para coqueluche, que erradicam a B. pertussis da nasofaringe, seja de casos sintomáticos ou assintomáticos. Nos sintomáticos, quando introduzidos ainda na fase catarral podem reduzir o tempo de transmissibilidade, duração e severidade da doença.
         A prevenção da doença é por meio de vacinas que estão no Calendário Nacional de Vacinação do Programa Nacional de Imunização:

    1. Vacina coqueluche de células inteiras - para crianças menores de 7 anos de idade);
    2. Vacina coqueluche acelular (vacina dTpa) – para gestantes, com o objetivo de conferir proteção aos recém-nascidos seja pela passagem de anticorpos maternos ou indiretamente, por conferir imunidade para a mãe. Vacina-se também o grupo de profissionais de saúde que prestam atendimento a essa população de recém-nascidos.

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