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Secretaria Municipal da Saúde


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    MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA DENGUE

    Antes de mais nada é importante nós lembrarmos de que o combate à dengue é uma responsabilidade dos governos, sejam eles da esfera federal, estadual ou municipal e da coletividade.

    A coletividade deve participar das atividades que visem o combate à dengue, pois só a atuação conjunta do governo e da população levarão ao controle da doença em nosso município.

    O nível municipal deve montar um sistema de vigilância epidemiológica da doença e um sistema de controle do mosquito, tendo para isto financiamento das ações pelo Ministério da Saúde. O nível estadual é responsável pela coordenação da Vigilância Epidemiológica e responsável pelo diagnóstico laboratorial, medidas de controle em casos de epidemia, capacitação de pessoal para o trabalho de vigilância epidemiológica e controle e pesquisas na área.

     

    Todos devem contribuir no controle da dengue, eliminando os criadouros do Aedes aegypti, da seguinte maneira:

    • cobrindo ou furando pneus;
    • usando areia grossa em pratos de vasos de flores;
    • ensacando e jogando no lixo vasilhames que possam acumular água;
    • virando de boca para baixo garrafas vazias;
    • tampando as caixas de água, etc.

     

    Tratamento:

    Não há tratamento específico para a doença.

     

    Como prevenir e controlar a dengue:

    Diante da possibilidade de eclosão de uma epidemia de Dengue no Município de São Paulo em decorrência dos diversos fatores: presença do vetor, epidemias em vários Estados e em diversos Municípios do Estado de São Paulo, aumento do número de casos importados de Dengue diagnosticados no município, grande intercâmbio de pessoas de São Paulo para outras áreas epidêmicas do Estado e País, entre outras, a Secretaria Municipal da Saúde instituiu as Comissões Municipal e Regionais de Prevenção e Controle ao Dengue e Erradicação do Aedes aegypti, com a participação intersecretarial e interinstitucional.

    Frente a situação epidemiológica e entomológica do país, foi criado pelo Governo Federal, o Plano de Erradicação do Aedes aegypti - PEAa, que foi implantado no Município de São Paulo após celebração de convênio firmado entre o Ministério da Saúde e a Prefeitura do Município de São Paulo, dando início a suas atividades em maio de 1998.

    Objetivando equacionar as ações do PEAa no município, os Distritos Administrativos foram divididos em DA’s infestados pelo Aedes aegytpi (extrato 3) e DA’s não infestados (extrato 4).

     

    As atividades desenvolvidas nas áreas do extrato 3 foram:

     

    • Visita aos imóveis, chamada de ação Casa a Casa, com o objetivo de identificar, eliminar quando possível e tratar criadouros em potencial existentes;

     

    • Fornecer as orientações pertinentes aos moradores sobre as condutas a serem adotadas para a não proliferação do Aedes aegypti. A periodicidade para a realização de visitas a cada imóvel é de aproximadamente 3 meses, e esses períodos são denominados "ciclos".

     

    • Identificação de locais (borracharias, cemitérios, etc.) que, por suas características, tornam-se criadouros em potencial para a proliferação do mosquito e denominados Pontos Estratégicos. Estes locais são visitados quinzenalmente para a avaliação de presença do Aedes aegypti e há a adoção de medidas cabíveis para delimitação e eliminação de foco.

     

    Nas áreas pertencentes ao extrato 4, além da atividade denominada Pontos Estratégicos, são colocadas "armadilhas" (criadouro artificial, confeccionado com pneus) que tem como objetivo a identificação precoce da presença do Aedes aegypti. Além das atividades citadas anteriormente, em todas as áreas do Município, foram desenvolvidas as seguintes ações:

     

    • Delimitação de foco, tem a finalidade de verificar a extensão de uma área infectada e executar as ações inerentes para a sua eliminação;

     

    • Atendimento à notificação da presença de mosquito, para avaliar se é ou não Aedes aegypti e adoção das medidas pertinentes;

     

    • Verificação da presença ou não de Aedes aegypti na residência e, suas áreas periféricas em casos de suspeita e/ou confirmação de dengue, para impedir o risco de disseminação da doença.

     

    Veja também:


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