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Triagem Neonatal (Teste do Pezinho)

SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Teste do Pezinho, um Direito de Todas as Crianças!

O Teste do Pezinho é um exame simples realizado com o sangue colhido do calcanhar do bebê.

Ele é importante, pois identifica algumas doenças antes que os sintomas apareçam e permite a instituição de medidas que possibilitam maior sobrevida e melhor qualidade de vida para os pacientes identificados.

O Município de São Paulo oferece gratuitamente o Teste do Pezinho em todas as Maternidades e Postos de Saúde da rede pública. Nele são identificadas as seguintes doenças:

Quando fazer o exame?

Para que o resultado seja confiável, o ideal é que o sangue seja colhido após 48 horas de vida, na maternidade em que o bebê nasceu. Caso isso não ocorra, o exame poderá ser colhido no Posto de Saúde mais próximo de sua residência, preferencialmente até o 7º dia de vida do bebê.

É importante que sejam fornecidas informações completas sobre endereço e telefone de contato, para que seja possível a comunicação rápida nos casos em que houver necessidade de nova coleta. Por exemplo, quando se identifica alguma alteração no exame, nova coleta deve ser realizada para confirmar a suspeita diagnóstica.

Mamãe! Lembre-se de buscar o resultado do teste do pezinho no mesmo local onde foi colhido e leve para o médico do seu filho.

A Secretaria Municipal da Saúde do Município de São Paulo informa que, atendendo a uma solicitação realizada pela Área Técnica da Saúde da Criança e do Adolescente, a Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo determinou, em 02 de outubro de 2006, que se inclua o número da Declaração de Nascido Vivo (DNV) nas Certidões de Nascimento das crianças nascidas no Estado de São Paulo. Essa declaração é fornecida pelas maternidades para toda criança nascida viva e é utilizada pelos Cartórios de Registro Civil para a emissão da Certidão de Nascimento.

A partir do número da DNV é possível obter dados da criança (data e hora de nascimento, nome e endereço do hospital de nascimento, sexo, raça/cor, peso ao nascer, índice de Apgar e presença de malformação congênita) e dados maternos (nome, endereço de residência, idade, estado civil, escolaridade, ocupação, nº de filhos anteriores, duração da gestação, tipo de gravidez, tipo de parto e nº de consultas de pré-natal).

Com essa importante resolução, o acesso ao nº da DNV:

a - Acrescentará maior abrangência e qualidade ao monitoramento do programa de triagem neonatal, pois facilitará a construção de banco de dados, evitando duplicidade de informações nas situações onde é necessária a realização de 2 coletas: uma 1ª realizada no hospital com o nome da mãe (quando o registro ainda não foi realizado) e a 2ª após alta hospitalar, com o nome da criança (já registrada);

b - Auxiliará na coleta de dados sobre o histórico do nascimento, o que permitirá rápida localização do prontuário neonatal para um possível atendimento após alta hospitalar.

O registro da DNV nas Certidões de Nascimento constitui um grande avanço para viabilizar a obtenção de dados que poderão colaborar tanto no atendimento ao paciente individualmente, quanto no subsídio à elaboração de políticas públicas direcionadas à melhoria da assistência à criança.