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Secretaria Municipal da Saúde


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17/04/2017 14h26

Disponibilidade de medicamentos nas farmácias da Prefeitura de SP atinge média de 90%

Programa Remédio Rápido permitiu regularização nos estoques das farmácias da rede pública

Da Secretaria Especial de Comunicação

A disponibilidade de medicamentos nas farmácias da Prefeitura de São Paulo atingiu a média de 90%, nível considerado aceitável e dentro dos padrões praticados na iniciativa privada. A melhora no abastecimento se deve ao programa Remédio Rápido, lançado em fevereiro pelo prefeito João Doria para combater emergencialmente a falta de remédios nas cerca de 600 farmácias da rede pública.

“O nosso programa Remédio Rápido envolve um esforço muito grande que ainda não terminou. É um esforço contínuo, pois a demanda por medicamentos nos postos de saúde e nos hospitais públicos municipais é muito grande”, afirmou o prefeito João Doria.

Dos 50 remédios mais procurados nestas farmácias, apenas três estão com estoque em estado crítico no momento. Um deles é o Ibuprofeno, que tem uma compra emergencial em curso. Desde janeiro, foram abertos pela Prefeitura mais de 580 procedimentos para aquisição de medicamentos, que somaram R$ 95,9 milhões em investimentos. A maior parte das compras foi realizada em fevereiro, quando a Secretaria Municipal da Saúde investiu R$ 47,3 milhões, metade do total. Durante este mês, a Prefeitura realizou compras em todos os dias úteis.

A atual gestão encontrou os estoques em níveis bastante críticos. No início do programa Remédio Rápido, em 16 de fevereiro, a média de estoque nas farmácias era próxima a 40%. Dos 187 remédios regularmente fornecidos pela Prefeitura, 82 estavam em nível crítico (presente em menos de 30% das farmácias) e 28 regular (encontrado entre 30% e 60% das farmácias). Somente 32 estavam em nível considerado bom (entre 60% a 90%) e 45 ideal (em mais de 90% das farmácias).

Atualmente, com a cobertura média de 90% de medicamentos garantida nas farmácias, dos 187 remédios, 144 estão em nível ideal e 25 em nível bom – somente 10 se encontram em nível crítico e 8, em situação regular. O percentual é calculado levando-se em conta a presença, no balcão de cada farmácia, do total dos medicamentos da lista regular. Os 90% significam que, na média das farmácias, 9 em cada 10 remédios buscados serão encontrados – algumas, no entanto, terão índices mais altos ou mais baixos do que os 90%.

A melhora no abastecimento nas farmácias foi possível por causa da ação emergencial realizada em fevereiro pela Secretaria Municipal de Saúde, que recebeu doação de laboratórios farmacêuticos, sem contrapartida para o município, e pela retomada das compras, que foram reduzidas em setembro.

“É muito importante ressaltar que não basta comprar os medicamentos. Eles precisam chegar às farmácias. Nesse sentido, realizamos um grande esforço de distribuição emergencial, com entregas aos finais de semana e feriados”, diz Wilson Pollara, secretário municipal da Saúde.

Ação emergencial

Em fevereiro deste ano, em busca de uma solução rápida para o desabastecimento das farmácias, a Prefeitura solicitou a laboratórios a doação de medicamentos com validade superior a seis meses. As empresas disponibilizaram 165 tipos de remédios de atenção básica (analgésicos, anti-inflamatórios, controle de pressão arterial e diabetes). Até agora, a Prefeitura recebeu deles 60,4 milhões de unidades.
 

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