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Secretaria Municipal da Saúde


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CAPS

Atualizado em 3/7/2017

Os Centros de Atenção Psicossocial e as Unidades Básicas de Saúde (UBS) são portas de entrada para o atendimento na área de Saúde Mental dentro da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. A rede de saúde mental do município conta com 84 CAPS, sendo 26 deles Álcool e Drogas (AD), 25 Infantis, 2 Infantojuvenis. Destes, 11 funcionam como CAPS III (com hospitalidade noturna – funcionamento 24 horas).

Todos os CAPS trabalham em regime de porta aberta, com a função de acolhimento e tratamento dos pacientes. O usuário que procura o CAPS é acolhido e participa da elaboração de um Projeto Terapêutico Individual específico para as suas necessidades e demandas.

Uma equipe multiprofissional composta por médicos, psicólogos, assistente social, enfermeiro, terapeuta ocupacional avaliam o quadro do usuário e indicam o tratamento adequado para cada caso. A internação só é indicada quando esgotadas todas as possibilidades terapêuticas disponíveis no CAPS, que também atua nos momentos de crise, nos estados agudos da dependência e de intenso sofrimento psíquico.

Nos CAPS AD III, especificamente, existem leitos de hospitalidade noturna, em que os usuários podem permanecer para tratamento nestes estados mais agudos da doença por até quinze dias. Outra hipótese é o CAPS AD entrar em contato com a Central de Regulação de vagas do município e encaminhar o pedido médico com a descrição do estado psíquico e físico do paciente.

Existem também as Unidades de Acolhimento (U. A.) que são moradias provisórias destinadas aos usuários que estejam em tratamento nos CAPS AD e não têm família, residência, que se encontre em situação de risco ou vulnerabilidade em seus locais de moradia e necessitam de cuidados em saúde mental especificamente para o uso abusivo ou dependência de substâncias psicoativas.

Mesmo diante de todo esse trabalho de sensibilização ao tratamento, não há como garantir que o usuário passe pelo tratamento, caso não seja de sua vontade. Além de atendimentos individuais e em grupo com esse intuito, há ainda as visitas domiciliares feitas pelos CAPS e os Consultórios na Rua que fazem a busca ativa a pacientes que estejam em situação de rua. Em 2013, a SMS ampliou de quatro para 16 as equipes do programa “Consultório na Rua” que leva médicos, enfermeiros e agentes de apoio para abordar e iniciar tratamentos.

 

 


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