PAP

Programa de atendimento às plantas

P.A.P


O P.A.P. é um “Programa de Atendimento as Plantas” organizado pela Escola de Jardinagem. Funciona como um “Pronto-Socorro” e também como um local para tirar suas dúvidas sobre o cultivo de plantas e identificação de espécies.

Para participar, envie um e-mail para:
papjardim@prefeitura.sp.gov.br

Ou entre em contato através do telefone:
(11) 5908-3812

Caso queira trazer sua planta:
Av. IV Centenário, 1268 – Prédio da UMAPAZ - Parque do Ibirapuera, portão 7A

Texto: Eng. Agrônomo Roberto Martin – UMAPAZ-1

Basicamente, temos dois tipos de violetas: as chamadas violetas verdadeiras, Viola odorata L. e as violetas africanas.

As primeiras são de origem européia, muito perfumadas e estão ligadas ao romantismo do passado. Já as violetas africanas, Saintpaulia ionantha Wendl., de origem africana, cujo nome foi dado em homenagem ao seu descobridor alemão, em 1832, o Barão Walter von Saint Paul.

Atualmente, temos mais ou menos 10 mil variedades de violetas, com diversas cores, formatos de pétalas e folhas, bem como variedades anãs. É uma planta ornamental cultivada em vasos e muito usada em casas. Sua manutenção, propagação e cultivo em geral, são muito fáceis, mas requerem alguns cuidados:

  • As violetas preferem locais protegidos de correntes de vento.
  • Gostam de luz solar indireta, necessitando às vezes de luz filtrada por cortinas. É muito comum vê-las no parapeito de janelas, onde há luz solar indireta ou com luz artificial direta. Ressaltamos a necessidade de deixá-las a 1 metro de distância da lâmpada.
  • Preferem temperaturas entre 15°C e 25°C.
  • As violetas não gostam de muita água, então, devemos evitar o excesso ao regá-las. As folhas são pilosas, o ideal é evitarmos molhá-las durante a rega, priorizando sempre as raízes. Desta forma, as protegemos do acúmulo de água nas folhas, evitando o apodrecimento e o surgimento de doenças fúngicas. Para o cultivo em vasos, devemos preparar da seguinte maneira: 1/3 de terra comum, 1/3 de areia e 1/3 de matéria orgânica.

Sua propagação é feita através de sementes, embora o mais comum seja por folhas. Veja como podemos prepará-la:

  • Escolher uma folha que tenha no mínimo 5cm de comprimento e diâmetro, e “cabinho – talo” que é o pecíolo, de pelo menos 2cm de comprimento. Recomendamos retirar as folhas no final do mês de julho, conforme especificações anteriores, e colocá-las preferencialmente na terra, embora também se adaptem na água nessa primeira fase.
  • Enterre 1,5cm do pecíolo no solo, de tal modo que a base da folha não encoste na terra (ou na água). Após 20 dias, surgem as primeiras raízes e, em aproximadamente 60 dias, despontam os brotos iniciais na base da folha. Quando verificamos o surgimento de 8 a 10 folhas, é o momento mais favorável para separá-las da planta mãe cuidadosamente e, com as pequenas raízes, as plantamos individualmente.

Em geral, entre 6 e 8 semanas, já se inicia o florescimento.

Cultive sua violeta com muito carinho e boa sorte!

Texto: Thamyres Soares de S. Costa - Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1/ Colaboração: Maria de Lourdes da Costa -Bióloga/ UMAPAZ-1

Curiosamente, a Portulaca grandiflora Hook. e a Portulaca oleracea L. recebem o nome popular de onze-horas, devido ao seu desabrochamento ainda pela manhã, na incidência de sol forte, voltando a se fechar no decorrer do dia. Originárias do Brasil e Europa, respectivamente, as onze-horas são herbáceas suculentas, anuais; chegam a até 20cm de altura e pertencem à família Portulacaceae. De folhagem extremamente vistosa e flores das mais diversas cores, destacando-se entre elas o branco, amarelo, vermelho e “pink”, são apreciadas no mundo inteiro pelo seu fácil cultivo e abundante floração. É comum vermos seu cultivo em jardineiras, vasos suspensos ou como forração em canteiros. São muito usadas em projetos paisagísticos devido à grande diversidade de cores e à beleza que trazem aos jardins de pedras, bordaduras, revestimento de taludes etc.

Modo de cultivo:

  • As onze-horas gostam de sol direto por, no mínimo, 4 horas por dia.
  • Necessitam de solo fértil, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica.
  • Exigem regas periódicas, mas deve-se evitar molhar os botões e flores, que se danificam com facilidade.
  • Sua multiplicação dá-se por semente, recomendando-se induzir a germinação na primavera.
  • Para o cultivo em vasos e canteiros, deve-se preparar o solo da seguinte maneira: 1/3 de terracomum, 1/3 de matéria orgânica e 1/3 de areia.
  • Tolerantes à seca e ao frio, podem ser cultivadas em todas as regiões do país.

Texto: Thamyres Soares de S. Costa - Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1

Originário da China, o Lilium pumilum, conhecido popularmente como lírio-asiático, é uma herbácia bulbosa, não ramificada. Da família Liliaceae, o lírio é uma das flores mais antigas da história, sendo forte candidato à rainha das flores por sua beleza indiscutível e incomparável. Muito utilizado pelas noivas para adorno de cabelos e vestidos, desde a Grécia antiga até os dias atuais, o Lilium pumilum é ainda usado em decorações nas mais diversas formas de arranjos, buquês, vasos e canteiros. De perfume forte e marcante, os lírios produzem uma substância chamada feniletilamina, substância esta, que é capaz de estimular a produção de endorfinas no organismo humano que, por sua vez, é responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. Com florescimento vistoso, flores grandes com pétalas curvadas para baixo, podem chegar a até 50cm de altura.

Modo de cultivo:

  • Os lírios são cultivados a meia sombra, em área de muita luminosidade e sem incidência de sol direto nas horas mais quentes do dia. Apreciam solos ricos em matéria orgânica.
  • Devem ser regados com frequência, a fim de se manter o solo sempre úmido.
  • No fim da floração, normalmente no inverno, a planta perderá todas as folhas e entrará em estado de repouso. Recomendamos não cortar as folhas, aguardando que elas caiam naturalmente, sendo que o bulbo continua absorvendo nutrientes, para que haja floração na próxima primavera.
  • Para o plantio, devemos preparar o substrato da seguinte maneira: 1/3 de terra comum, 1/3 de matéria orgânica e 1/3 de areia.

Texto: Juliana Meira - Graduanda em Gestão Ambiental/ UMAPAZ-1

A Viola tricolor L., pertencente à família Violaceae, também conhecida como amor-perfeito, é uma delicada flor de origem européia e asiática (Vietnã) e de ciclo de vida anual. Herbácia de até 25cm de altura, tem caule flexível e ramificado, folhas opostas de bordas denteadas e flores achatadas de perfeita simetria. Encontramos amor-perfeito de diversas cores, algumas bicolores e outras com manchas escuras no centro. Curiosidade: Na França, é conhecida por “pensée” (pensamento), porque os amantes se presenteavam com ela como garantia de que não seriam esquecidos, quando se ausentavam.

Modo de cultivo:

  • O amor-perfeito pode ser cultivado em jardins, canteiros, vasos etc. Gosta de climas amenos (alguns tipos toleram climas quentes e úmidos).
  • Prefere ambientes à meia-sombra e com muita luz durante o verão, apesar de não suportar sol direto entre 10 e 17 horas. Também deve ser protegido de ventos fortes.
  • O solo ideal deve ser rico em matéria orgânica e umedecido de duas a três vezes por semana nos meses quentes e uma vez por semana, nas épocas frias.
  • Para plantio, devemos preparar o substrato da seguinte maneira: 1/3 de terra comum, 1/3 de areia e 1/3 de matéria orgânica.

Texto: Thamyres Soares de S. Costa (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1)

Originária da América Tropical e obtida através do cruzamento da Begônia Tuber híbrida com a Begônia socotrana, a Begonia elatior é uma angiosperma da família Begoniaceae, pertencente ao grupo de herbáceas híbridas. De lindas flores cuja profusão de tonalidades as tornam ideais para a decoração da casa, podendo ser utilizadas também no paisagismo, colocadas em vasos, terraços ou jardins. Com florescimento vistoso e aspecto suculento, as begônias podem chegar até 30 cm de altura, e são encontradas nas cores: branca, rosa, amarela, salmão, vermelha e cores intermediárias. Cultivadas normalmente em vasos, necessitam de solo permeável, rico em matéria orgânica, mantido úmido e devem ser cultivadas a meia-sombra. Por tratar-se de um híbrido estéril, sua multiplicação só é possível através de divisão da planta.

Modo de cultivo:

  • Para plantar a begônia é necessário que o local seja bem drenado, tendo abertura para escoar o excesso de água que não é absorvido pela planta.
  • Na hora da rega, é importante molhar apenas o solo, e não as folhas.
  • Sempre que crescerem muito, transfira para um vaso maior ou divida-as em vários vasos.
  • Deixe um espaço de tempo entre as regas para que a terra seque um pouco, especialmente no inverno.
  • Para o plantio, prepare o substrato com 1/3 de areia, 1/3 de terra comum e 1/3 de matéria orgânica.

Texto: Juscelino Nobuo Shiraki (Eng. Agrônomo/UMAPAZ-1) e Rivelene C. F. Waldvogel (graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).

Família: Orchidaceae
Nome científico: Arundina bambusifolia
Nome popular: orquídea-bambu
Folhas: laminares, lisas e compridas
Flores: nas cores alba (totalmente branca), semi alba (segmentos florais brancos e labelo rosa) e tipo (conforme foto)
Época de floração: primavera / verão
Altura: 1,20 - 2,00 m
Origem: Burma
Clima: Subtropical a tropical úmido

Muitas pessoas acham que as orquídeas são plantas difíceis de cultivar e pensam que elas são plantas parasitas devido ao fato de crescerem nas árvores. Na realidade, elas são chamadas de epífitas e somente utilizam as árvores como um suporte para conseguirem a luz de que tanto necessitam e, assim, realizarem a fotossíntese. As orquídeas que são encontradas no comércio para a venda são, em sua grande maioria, plantas epífitas e exigem um cultivo diferenciado das plantas terrestres.

Modo de cultivo:

O seu cultivo é fácil, pois é uma orquídea terrestre que pode ser plantada tanto no jardim, como em vasos. Cultivada a pleno sol, também se adapta bem a meia-sombra; necessita que o solo seja rico em matéria orgânica e que tenha uma boa drenagem. No paisagismo, esta espécie pode ser colocada em grupos, formando maciço ou, então, ser plantadas ao longo de paredes, muretas e muros.
Por seu crescimento vigoroso e, dependendo do local de cultivo (com invernos amenos), podem dar flores ao longo do ano todo, sendo que, no inverno, a quantidade é menor. Multiplicar esta planta é fácil, pois, as mudas podem ser obtidas através da divisão das touceiras e também das brotações laterais das hastes florais que se enraízam em ambiente protegido.

Texto: Mário do Nascimento Júnior (Eng. Agrônomo/UMAPAZ-1) e Rivelene C. F. Waldvogel (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).

Nome científico: Neomarica caerulea
Família: Iridaceae
Origem: nativa do Brasil
Flores: azuis, grandes
Altura: 0,90-1,20m

Esta planta é também conhecida como pseudo-iris-azul, falso-iris, lírio-roxo-das-pedreiras ou lírio-roxo-das-pedras. Com folhagem ornamental e inflorescências altas, essa herbácea rizomatosa é vigorosa e de ciclo longo. Suas flores são muito vistosas, pouco duráveis, mas numerosas na primavera e verão.Cultivo: Pode ser plantada a pleno sol ou meia-sombra, em canteiros de terra bem enriquecidos com matéria orgânica, com boa drenagem e irrigados periodicamente. Sua multiplicação dá-se através da divisão de touceiras. Gosta de ser cultivada em climas frios, porém aceita climas mais quentes.

Texto: Mário do Nascimento Júnior (Eng. Agrônomo/UMAPAZ-1) e Rivelene C. F. Waldvogel (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).

Nome: Dahlia pinnata
Sin.: Dahlia variabilis Desf.
Família: Compositae (Asteraceae)
Altura: 0,20-1,50m
Floração: produz flores isoladas na primavera e no verão, em várias cores
Clima ideal: ameno
Origem: México

Conhecida popularmente por dália ou dália de jardim, essa flor faz parte do grande grupo semi-herbáceo de híbridos de raízes tuberosas. Suas flores são reunidas em capítulos pequenos ou grandes, simples ou dobrados.

Cultivo: pode ser cultivada isolada, em grupos, na composição de conjuntos, bordadura e em canteiros. Requer um solo bem drenado e rico em matéria orgânica.

Multiplicação: se dá através de divisão de raízes tuberosas acompanhadas de um segmento de caule. Estas devem ser limpas e guardadas para plantio no fim do inverno ou primavera; são multiplicadas também por estacas ponteiro no verão.

Regas: manter o solo sempre úmido, sem encharcar.

Cuidados: necessita de proteção contra ventos e de adubação orgânica a cada três meses.

Curiosidades: por volta do final do século XVIII, o diretor do Jardim Botânico de Madri encantou-se com a flor, durante uma visita ao México. Foi o suficiente para que a dália atravessasse o oceano e chegasse à Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado. Seu nome é inspirado no botânico A. Dahl, responsável pela expansão das dálias pela região nórdica da Europa.

Fontes: LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas Ornamentais no Brasil: Arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3.ed. Nova Odessa, São Paulo: Ed. Plantarum, 2001. http://en.wikipedia.org/wiki/Dahlia – data: 20/10/2011.

Texto: Roberto Martin (Eng. Agrônomo/UMAPAZ-1) e Rivelene C. F. Waldvogel (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1).

Nome científico: Euphorbia pulcherrima Willd. ex Klotzsch
Família: Euphorbiaceae
Flores: pequenas, de cor amarela
Altura: 2 - 3 metros
Nome popular: poinsétia, bico-de-papagaio, flor-de-natal ou estrela-de-natal

Esta é uma planta que se destaca na época de Natal, devido à sua coloração de um vermelho vivo; existem também outras cores como o rosa e creme. Originária do México, significa “a mais bela (pulcherrima) das eufórbias. Multiplicação: é feita através do processo de estaquia de galhos, que devem ser preparados ao final do inverno. Essa espécie é de porte arbustivo, podendo ser cultivada em vasos, daí sua ampla utilização na decoração natalina. Para um bom desenvolvimento, é necessário sol pleno; quando em ambientes internos, é preciso colocar a planta em locais de grande luminosidade natural.

Regas: constantes, mas sem encharcar.

Solo: arenoso com boa drenagem.

Curiosidades: Aquilo que muitas pessoas conhecem como sendo flores, na verdade são brácteas modificadas. Isso acontece, porque suas flores são pequeninas e pouco atraentes aos polinizadores. Assim, as brácteas coloridas fazem o papel de atrair os polinizadores como aves e insetos. Modo de cultivo: A seiva leitosa da planta é constituída por um tipo de látex irritante. Este pode causar dermatites e irritação nos olhos, dificultando a visão. Por isso, recomenda-se que esta planta não fique ao alcance de crianças.

Lendas: Uma lenda mexicana tenta explicar a associação feita entre esta planta e o Natal. Uma menina, de nome Pepita, não sabia o que oferecer ao Menino Jesus por ocasião da missa de Natal. Não podendo adquirir uma oferta digna da sua vontade, expõe o seu problema ao seu primo Pedro que a acompanhava a caminho da igreja. Este consola-a e diz-lhe que é o amor com que se dá que valoriza a oferta, especialmente aos olhos de Deus. Pepita deixa-se convencer e vai recolhendo plantas vulgares das margens do caminho por onde passa. Quando chega à igreja, dá-se conta da pobreza da sua oferta e chora de tristeza. Tenta, no entanto, oferecer os pálidos ramos com todo o amor da sua alma. Então, frente a toda a congregação reunida no templo, as folhas dos ramos ficam tingidas de uma cor brilhante e vermelha. O povo reunido para a eucaristia fica espantado e declara o acontecimento um milagre. Segundo outra versão desta lenda, as flores-do-natal irrompem do chão molhado pelas lágrimas da criança. Fontes: http://pt.wikipedia.

Texto: Oswaldo Barretto de Carvalho e Riva Waldvogel

Nome Científico: Etlingera elatior
Nome Popular: Bastão-do-imperador, gengibre-tocha, flor-da-redenção
Família: Zingiberaceae
Origem: Indonésia

Parente do gengibre, o Bastão do Imperador tem muitas semelhanças com esta planta conhecida por todos; no entanto é muito mais vigorosa, formando grandes touceiras que atingem de 2 a 4 metros de altura. No período de primavera-verão lançam longas hastes em cujas extremidades surgem inflorescencias magníficas de tonalidades róseo-alaranjadas e brancas que a princípio se assemelham a uma chama e conforme vão se desenvolvendo lembram uma tocha incandescente para finalmente se tranformarem em algo semelhante a um bastão de rara beleza, o que lhe valeu o nome popular de Bastão do Imperador. Uma vez polinizada se tranforma em uma infrutescência coriácea semelhante a um cacho de uvas, onde dentro de cada fruto são encontradas muitas sementes.

A planta aprecia locais sombreados, solos úmidos e ricos em matéria orgânica (desenvolve-se muito bem em sub-bosques). Sua multiplicação se faz por divisão de touceiras ou através de sementes que germinam muito bem durante a estação quente e chuvosa.

Texto: Rivelene C. F. Waldvogel (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1) e Maria de Lourdes da Costa (Bióloga/UMAPAZ-1)

Nome Científico: Hibiscus schizopetalus Hok.f.
Nome Popular: Hibisco-crespo, mimo-crespo, lanterna-japonesa
Família: Malvaceae
Origem: África Tropical Oriental

Conhecida popularmente como lanterna-japonesa, esta é uma planta arbustiva de 3-4 metros de altura, com ramos longos e pendentes, de folhagem e florescimento ornamentais. Suas flores são solitárias, pendentes, sustentadas por longo pedúnculo, de pétalas recurvadas e recortadas, com aspecto de crespas, vermelhas, formadas durante quase o ano todo.

Modo de cultivo: Pode-se cultivar como planta isolada, em conjuntos ou renques, a pleno sol. Planta tipicamente tropical, portanto não tolera geadas ou invernos muito rigorosos. Multiplica-se facilmente por estacas, principalmente se preparadas no final do inverno e deixadas enraizar em local protegido (estufas). Requer um solo fértil com regas periódicas.

Fonte: LORENZI, H; SOUZA, H.M. Plantas Ornamentais no Brasil - Arbustivas, herbáceas e trepadeiras. Nova Odessa, São Paulo: Instituto Plantarum, 2001.

Texto: Tainá Teixeira Furtado (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1). Fonte: http://www.fazfacil.com.br/ - data: 15/03/2012.

Nome científico: Celosia argentea L.
Nomes populares : Crista-de-galo, crista plumosa
Família: Amaranthaceae
Origem: Índia.
Ciclo de vida: Anual

Planta herbácea de ciclo de verão, caule ereto de até 0,60m de altura, caule suculento e pouco ramificado. Folhas verde-claras ou levemente avermelhadas, abundantes e inflorescência em espigas plumosas nas cores creme, amarela, laranja, rosa e púrpura. Floresce na época entre final da primavera e final do verão, em climas que variam de amenos a quentes; não tolera temperaturas baixas. Modo de cultivo: A partir de sementes para locais ensolarados, em solo preparado com composto orgânico e bem drenado, fazendo-se regas frequentes nos meses de verão. Em locais de clima ameno a tropical, pode ser cultivada o ano inteiro.

Paisagismo: Muito usada em canteiros grandes, de uma só cor ou em manchas coloridas, formando desenhos, tem sido uma das preferidas de verão para parques e empresas. Para jardineiras e vasos é uma excelente escolha para os meses de verão junto à piscina, pois seu efeito ornamental é muito bom. Para vasos em sacadas, recomenda-se a proteção contra os ventos com outras plantas.Faz belo efeito em terminações de vasos de plantas verdes.

Texto: Tainá Teixeira Furtado (Graduanda em Gestão Ambiental/UMAPAZ-1). Fontes: http://www.plantasonya.com.br/category/cercas-vivas-e-arbustos/page/23. Data: 15/03/2012. LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas Ornamentais no Brasil – Arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3.ed. Nova Odessa, São Paulo: Instituto Plantarum, 2001.

Nome científico: Gypsophila paniculata L.
Nomes populares: mosquitinho, branquinha, gipsofila, cravo-de-amor
Família: Caryophyllaceae
Origem: Europa, Ásia, norte da África
Ciclo de vida: Perene

A gipsofila é uma planta herbácea, perene, de 60 a 90cm de altura, de ramos muito finos e muito floríferos. Os ramos floridos são comumente cortados e comercializados como flor de corte, utilizados para a confecção de arranjos e especialmente na confecção de buquês, compostos por flores maiores e mais coloridas. Além disso, a gipsofila cria um bonito efeito de leveza, quando misturada a rosas, cravos, flores do campo e folhagens. Entretanto, pode surpreender, quando colocada sozinha, em grande quantidade, num vaso de vidro ou numa jarra larga, compondo um arranjo vistoso e leve, especial para ambientes modernos.

Modo de cultivo: Por ser uma planta exótica, da região temperada, cresce melhor quando cultivada em clima ameno. Apesar de ser perene, em geral é cultivada como planta anual durante o ano todo, em canteiros protegidos com estruturas de semissombreamento em cultivos comerciais. Nos jardins, as mudas devem ser plantadas no outono para que floresçam no inverno e na primavera. O solo deve ser fértil, de boa drenagem e deve ser irrigado periodicamente.

Paisagismo: Sugere-se seu plantio formando grandes maciços de bordas irregulares.

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