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09/03/2016 16h00

Acesso ao GeoSampa tem crescimento expressivo


“Desde que disponibilizamos os dados do IPTU no GeoSampa, notamos um aumento significativo no número de requisições, chegando a picos de mais de 20 milhões de requisições diárias”, constata Andréa Croso Weick, coordenadora do Núcleo de Geoprocessamento, da Gerência de Gestão Territorial e Urbana (GRG).

Os dados cadastrais de imóveis da cidade de São Paulo foram disponibilizados no GeoSampa no dia 22 de janeiro deste ano, o que reforçou a transparência das informações da gestão pública para a sociedade civil. A plataforma digital para acesso da população aos dados da capital paulista está disponível desde o início de dezembro de 2015. Logo na primeira semana, a ferramenta superou a marca de 1 milhão de requisições de acessos aos mapas e downloads de arquivos.

Para Andrea, “isso demonstra claramente o quanto as informações disponíveis estão de fato sendo utilizadas e apropriadas pela sociedade civil no sentido de subsidiar estudos, análises, pesquisas e consultas, de forma a contribuir com a discussão de política pública da cidade”.

Com a perspectiva da publicação do novo zoneamento da cidade, assim que sancionada a lei, e tendo “o GeoSampa como a primeira ferramenta de apresentação, a tendência será trazer mais acessos para a plataforma”, comenta Carolina Bracco, gerente do projeto SIG-SP (Sistema de Informação Geográfica do Município de São Paulo).

Enquanto as informações do novo zoneamento estiverem acessíveis para o cidadão no GeoSampa, haverá um período de atualização no sistema SISZON (sistema de zoneamento), com procedimento de carga dos dados por subprefeitura. “São informações mais detalhadas que irão reforçar ainda mais o GeoSampa como ferramenta de transparência”, observa Carol.

Novas camadas

Desenvolvido pela Prodam em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU), em software livre e códigos abertos, o GeoSampa traz dados detalhados e georreferenciados de toda a cidade, provenientes de 152 bancos de dados, permitindo o acesso a informações sobre equipamentos públicos (escolas, unidades de saúde etc.) e consultas como zoneamento, mapas do plano diretor e rede de transporte público.

O uso da ferramenta nos órgãos municipais também vem registrando um aumento progressivo desde o lançamento em 2014 da versão para intranet. Fevereiro registrou uma média de visitas próxima a 11 mil, enquanto no mês anterior, a média foi de 10,8 mil.

Novas camadas (layers) de informações estão previstas para ser acrescentadas na plataforma nos próximos meses. A equipe do Geoprocessamento recebeu também a demanda para trabalhar na reestruturação de camadas já existentes, na atualização automática dos arquivos disponíveis para download “para garantia de que estejam sempre atualizados”. Além de “criar fluxos de automação para garantir a atualização da base de logradouros que construímos e está disponível no GeoSampa para obter endereço”, detalha Carol.

A verificação do uso de informações disponíveis pelo GeoSampa e, principalmente, a identificação dos picos de acesso que “ultrapassaram a casa dos milhões demonstra a demanda pela obtenção de dados do município, o que nos gera uma oportunidade ímpar para disponibilizá-los por APIs (interface de programação de aplicativos), que, aliás, é um projeto estratégico da Prodam para tornar viável o uso das informações que já estão disponíveis por desenvolvedores em outras aplicações, projeta Andrea.

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