PREFEITURA DE SÃO PAULO

BIBLIOTECA JAYME CORTEZ

24/11/2008 10h42

A Biblioteca Jayme Cortez do Centro Cultural da Juventude - Ruth Cardoso possui um acervo para consulta local e empréstimo com mais 10 mil exemplares entre livros, álbuns de HQ's, mangás, periódicos e material audiovisual. Serviços oferecidos pela biblioteca:

 

 

Horário de funcionamento: De 3ª a sábado, das 10h às 22h (empréstimos até 21h30) Domingos e feriados, das 10h às 18h (empréstimos até 17h45) Endereço: Av. Deputado Emílio Carlos, 3.641 (ao lado do terminal Cachoeirinha) Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo - SP 02720-200 Tel: (11) 3984-2466 ramal 33 biblioteca@ccj.art.br

--------------------------------- Jayme Cortez Martins Jornalista, ilustrador, quadrinista e diretor de arte Nasceu em 8 de setembro de 1926, em Portugal, e faleceu em 4 de julho de 1987, em São Paulo. Iniciou sua carreira no jornal O Mosquito, em Portugal (1944). Chegou ao Brasil em 1947. Começou desenhando tiras para jornais, ilustrações para A Gazetinha e revistas da Editora La Selva. Realizou com Álvaro de Moya, Reinaldo de Oliveira, Miguel Penteado e Sillas Roberg a histórica Primeira Exposição Internacional de História em Quadrinhos (1951). Visionário, publicou a primeira revista de Mauricio de Sousa (1959) e deu aulas de ilustração na Escola Panamericana de Artes (1962-1964). Diretor de Criação publicitário durante 12 anos (1964-1976). Lançou Zodiako, seu mais famoso personagem (1974). Foi responsável pelo departamento de criação de merchandising e de animação dos estúdios Mauricio de Sousa (1976-1982). Ainda durante sua carreira publicou quadrinhos na Europa, fez as capas dos livros de José Mauro de Vasconcelos para a editora Melhoramentos. Ilustrou cartazes de Mazzaropi e Zé do Caixão, além de realizar versões brasileiras para cartazes de filmes internacionais. Em sua homenagem o Banco Itaú criou o Prêmio Jayme Cortez para a melhor ilustração de cartaz de cinema (1977). Foi aclamado por artistas como Will Eisner, Stan Lee, Burne Hogarth, entre outros. Mestre de gerações, publicou três livros sobre desenho e ilustração, participou de inúmeras exposições e congressos sobre quadrinhos e ilustração, no Brasil e no exterior, onde defendeu, incentivou e divulgou nosso talento. Fundou e presidiu o Clube dos Ilustradores do Brasil (1982) e recebeu da AQC o prêmio Angelo Agostini (1985). Homenageado no Lucca 20 com o prêmio Caran D’Ache “Por Uma Vida Dedicada à Ilustração” (1986). A seu respeito disse Pietro Maria Bardi:

É um desenhista de comunicação de massa e se coloca entre os mais preparados e capazes, mestre na difícil tarefa de fazer-se entender sem subterfúgios.